<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770</id><updated>2012-01-30T10:24:50.985Z</updated><category term='Gary Hamel'/><category term='vertigem'/><category term='Trabalho'/><category term='inovação'/><category term='parceiros'/><category term='videonomkcs'/><category term='Dan Ariely'/><category term='felicidade'/><category term='Energia'/><category term='desenvolvimento'/><category term='canal'/><category term='gestão'/><category term='SAP'/><category term='Equipa'/><category term='comunicação'/><category term='cultura'/><category term='Steve Chu'/><category term='Berkeley'/><category term='Semco'/><category term='Obama'/><category term='tv'/><category term='humano'/><category term='classe'/><category term='humor'/><category term='América'/><category term='audiência'/><category term='Nobel'/><category term='videonomics'/><category term='ética'/><category term='campanhas'/><category term='início'/><category term='publicidade'/><category term='Gates'/><category term='economia'/><category term='liderança'/><category term='online vídeo'/><category term='Stanford'/><category term='conteúdos'/><category term='U2'/><category term='BMW'/><category term='patrocínio'/><category term='vertigo'/><category term='apresentação'/><category term='criatividade'/><category term='comportamento'/><category term='Richard Florida'/><category term='TED'/><category term='projecto'/><category term='lançamento'/><title type='text'>VIDEONOMICS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>71</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4765714843174414595</id><published>2010-11-17T20:45:00.004Z</published><updated>2010-11-17T21:21:30.039Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>Jimmy Kimmel, conhecem? Eu também não, mas hoje já me fez ganhar o dia. por duas razões e a primeira é ter me dado o shot de energia adicional para vir até aqui escrever. Desde Março que não punha os pés - as mãos, para ser rigorosa - numa das razões mais sinceras que tenho para bater no teclado. E que é este blog.&lt;br /&gt;A outra razão é bem mais interessante para quem leia do que os meus desencontros cósmicos com espaços e pessoas de que gosto. Outra história.&lt;br /&gt;Voltando ao Jimmy Kimmel. Comediante e apresentador do talk show "Jimmy Kimmel Live". Na América, claro. Bom, o sr Kimmel resolveu arremessar com a proposta de um dia, hoje 17 de Novembro, para desamigar no facebook todos aqueles que não são nossos amigos realmente. Para quê? Citando o "Nós em rede" do JN: " para "proteger a natureza sagrada da amizade (...) De acordo com o Facebook, não há diferença alguma entre o teu melhor amigo - aquela pessoa que se preocupa tanto contigo que era capaz de dar um rim para salvar a tua vida - e a ex-namorada do teu antigo companheiro de quarto que está constantemente a enviar-te updates sobre a cor da sua aura".&lt;br /&gt;Ya, right.&lt;br /&gt;Mas, Kimmel, temos um pequeno problema. É que o Facebook hoje já é para muitos de nós o sítio onde "vivemos" para estarmos (vou poder usar uma expressão brasileira absolutamente gráfica) "antenados" com o mundo. É mesmo uma coisa de antena: o que está a acontecer, quem está a falar com quem, quem está a ir onde, quem escreveu o quê, and so on ... tudinho sem sair de casa. No Facebook, claro. Imbatível como produto de conveniência.&lt;br /&gt;Mas o que mais me interessou na ideia de desamigar - e sim, dei uma volta pelos meus 515 amigos do Facebook e pelos 40 pendentes para resposta - foi pensar nos efeitos colaterais de ser amigo e, no oposto, de desamigar alguém. Continuo a saber quem são os meus 515 "amigos", sou amiga de 20, muito amiga de 10, inseparável de 5. É assim que as coisas devem ser, não tem problema. E os outros? Os outros "antenam-me" com o mundo em que escolho estar e ajudam-me a ser eficiente. Também me ajudam a ser simpática com pessoas que acho simpáticas e a ser indiferente com pessoas de quem não quero saber mais do que necessário. Alguns pendentes não quero amigar porque nem sei quem são, outros porque simplesmente não me apetece. O joystick continua a ser meu. Assim como aquilo que conto, como conto e a quem conto.&lt;br /&gt;Tudo bem portanto?&lt;br /&gt;Não, o Kimmel tem o seu ponto. &lt;br /&gt;Estamos a criar uma nova ética de comunicação. Os profissionais facebookianos trabalham no duro no seu personal profile. Escolhem temas e comentários com a mesma lógica com que os políticos dizem aos eleitores o que querem ouvir. E, oops, todos sabemos que é assim, e todos continuamos a votar naqueles que melhor dizem o que queremos ouvir. Mesmo sabendo que não vai acontecer (34 anos de exercício cívico já chegaram para perceber, não?). E, como aliás mostrava o último estudo da Forrester Research, cada vez mais o que os outros, sejam os puros, os passivos ou os simplesmente distantes, fazem é partilhar, comentar, gostar (ou não). Muito pouca gente hoje produz conteúdo original, menos ainda aqueles que produzem bom conteúdo original e exponencialmente multiplicam-se os que partilham conteúdo de outros, tornando-o seu com uma frase sentida e próxima. Para criar "comunidade". Para competir pela página que explode - mais de 5000 amigos e há uma promoção imediata de cidadão vulgar com página no FB a estrela emergente com direito a "likes" em vez de "adds". &lt;br /&gt;Os facebookianos são uma espécie de spin doctors do povo - à procura do soundbite, da melodia que se dança naquele dia. &lt;br /&gt;O povo dança, Kimmel. E tem de se lhes dar mérito. Não é para todos a tarefa árdua de todos os dias vasculhar a web, os citadores, os livros do sótão (hmmmm), as frases feitas dos amigos para encontrar a que melhor se adequa aos likes and shares. É um full time job e em tempo de crise desamigar é desempregar. Temos de ser conscientes.&lt;br /&gt;P.S. - Por facebookianos profissionais, como é óbvio, não incluo os verdadeiros profissionais do facebook; aqueles que realmente o tornam uma gigantesca antena e o tal imbatível produto de conveniência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4765714843174414595?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4765714843174414595/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4765714843174414595' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4765714843174414595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4765714843174414595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2010/11/jimmy-kimmel-conhecem-eu-tambem-nao-mas.html' title=''/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6916982379218099219</id><published>2010-03-04T09:47:00.000Z</published><updated>2010-03-04T09:48:54.671Z</updated><title type='text'>Controlamos as nossas decisões? se calhar não</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanAriely_2008P-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanAriely-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=548&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=dan_ariely_asks_are_we_in_control_of_our_own_decisions;year=2008;theme=speaking_at_ted2009;theme=unconventional_explanations;event=EG+2008;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanAriely_2008P-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanAriely-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=548&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=dan_ariely_asks_are_we_in_control_of_our_own_decisions;year=2008;theme=speaking_at_ted2009;theme=unconventional_explanations;event=EG+2008;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6916982379218099219?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6916982379218099219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6916982379218099219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6916982379218099219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6916982379218099219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2010/03/controlamos-as-nossas-decisoes-se.html' title='Controlamos as nossas decisões? se calhar não'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6357539360059661744</id><published>2010-02-01T01:33:00.005Z</published><updated>2010-02-01T01:42:04.968Z</updated><title type='text'>Falhar não sabe bem, mas faz melhor</title><content type='html'>&lt;object width="400" height="302"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1711302&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" /&gt;&lt;embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=1711302&amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;show_title=1&amp;amp;show_byline=1&amp;amp;show_portrait=0&amp;amp;color=&amp;amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="302"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/1711302"&gt;J.K. Rowling Speaks at Harvard Commencement&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/harvard"&gt;Harvard Magazine&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Mais de um mês sem escrever neste espaço parece-me não só uma falha a resolver com urgência, como me desperta para a enorme falta que este "filtro" do mundo me fez.O Videonomics aconteceu primeiro aqui, porque era urgente pra mim ter um espaço onde pudesse partilhar ideias, pessoas, ousadias. Hoje já temos um site, brevemente estaremos em rede com um público naturalmente "apetente" por estes temas, mas este é um ponto de paragem e de reflexão obrigatório-&lt;br /&gt;Por isso, sinto que de alguma forma falhei ao deixar que passassem várias semanas sem publicar, mesmo que tenham existido os motivos mais válidos ( e existiram).&lt;br /&gt;Por isso, neste reencontro, tive a felicidade de dar de caras com uma senhora bem conhecida, a autora de Harry Potter, ainda por cima a falar aos recém-licenciados de Harvard da importância de falharmos e de como isso nos ajuda a crescer e a ser melhores.&lt;br /&gt;Citando uma frase que tanto gosto de Saramago, as árvores, tal como as pessoas, crescem melhor à sombra.&lt;br /&gt;Vejam, partilhem e, se quiserem, leiam na íntegra em: http://harvardmagazine.com/commencement/the-fringe-benefits-failure-the-importance-imagination&lt;br /&gt;E obrigada a quem por aqui sempre passa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6357539360059661744?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6357539360059661744/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6357539360059661744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6357539360059661744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6357539360059661744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2010/02/falhar-nao-sabe-bem-mas-faz-melhor.html' title='Falhar não sabe bem, mas faz melhor'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1263127735119300624</id><published>2009-12-11T18:55:00.006Z</published><updated>2009-12-11T19:20:32.539Z</updated><title type='text'>Nunca entrevistem alguém modesto</title><content type='html'>&lt;!--copy and paste--&gt;&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MarcPachter_2008P-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MarcPachter-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=708&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=marc_pachter_the_art_of_the_interview;year=2008;theme=master_storytellers;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=new_on_ted_com;theme=art_unusual;event=EG+2008;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/MarcPachter_2008P-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/MarcPachter-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=708&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=marc_pachter_the_art_of_the_interview;year=2008;theme=master_storytellers;theme=might_you_live_a_great_deal_longer;theme=new_on_ted_com;theme=art_unusual;event=EG+2008;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistar é um dos maiores prazeres de ser jornalista. Falo por mim, claro, mas acredito que quem não tem a curiosidade da pergunta, dificilmente pode ser jornalista. Na entrevista, a curiosidade da pergunta - que é diferente da curiosidade da resposta - pode tornar-se um frenético ping-pong ou o mais aterrador dos palcos. É garantidamente dos silêncios mais ensurdecedores aquele que se "ouve" a um entrevistado. Mas o que Marc Pachter nos traz nesta TED Talk, indo bem além do exercício do jornalismo, é absolutamente convergente com um sentimento que por vezes já expressei, nomeadamente quando modero uma conferência ou quando entrevisto alguém diante de uma assistência. Não há duas conferências ou entrevistas iguais, mas quando corre bem, fica um sentimento muito bom de realização. Cumpriu-se algo. Contou-se uma estória. Materializaram-se momentos que até aí existiam apenas na vivência do outro, o entrevistado. E nas vezes que isso acontece o meu sentimento, enquanto entrevistadora, é que nada disto está nos manuais de comunicação ou de jornalismo ou outros.A técnica só existe para nos podermos esquecer dela e numa entrevista, como diz Pachter, o que conta mesmo é a empatia. Empatia não significa subserviência ao entrevistado, nem colagem às suas posições. Significa que estabelecemos contacto, de alguma forma, e que chegámos ao outro lado. Pachter vai mais longe e diz que é determinante "sentir o que o outro tem para dizer" e tornar-se "agente dessa comunicação". Mais determinante, diria eu, é a sua observação sobre a saída da "concha" do "public self". "Todos nós temos infomercial de nós mesmo que é aquilo que publicamente dizemos que somos e que fazemos. A boa entrevista acontece quando nos tornamos privados, quando vamos além do infomercial". E não é nada fácil nesta mediocracia em que todos preparamos o nosso "statemeent", o testamos e ensaiamos.&lt;br /&gt;Verdadeiramente extraordinária é a observação que este TED Talker faz sobre as pessoas que convidamos para uma entrevista. "Nunca convidem uma pessoa modesta. Os entrevistados têm de ser pessoas que acreditam que têm uma história interessante para contar e que a querem partilhar". &lt;br /&gt;Marc Pachter foi responsável pelo projecto "Living Self Portraits" no Smithsonian onde entrevistou dezenas de pessoas imodestas cuja memória garantiu às gerações futuras. Eu não me importava mesmo nada de fazer o mesmo (a entrevista, bem entendido).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1263127735119300624?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1263127735119300624/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1263127735119300624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1263127735119300624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1263127735119300624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/12/nunca-entrevistem-ninguem-modesto.html' title='Nunca entrevistem alguém modesto'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-240272188269448684</id><published>2009-11-26T12:04:00.003Z</published><updated>2009-11-26T12:25:26.325Z</updated><title type='text'>“Faço escolhas estúpidas por razões de conveniência ou preguiça tão básicas quanto o facto de ter o meu telemóvel mais perto de mim do que o PC”.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5wNDNbrJI/AAAAAAAAAL4/WXhAPtXDDIw/s1600/p3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5wNDNbrJI/AAAAAAAAAL4/WXhAPtXDDIw/s320/p3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408383572020800658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Não pagamos donativos, mas enviamos SMS&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Perceber estes novos consumidores e reorganizar oferta de conteúdos e modelo de negócios é, todavia, tudo menos simples. Rory Sutherland, vice-chairman do Ogilvy Group, no Reino Unido, apresentou uma boa ilustração dessa evidência. “Veja-se o que se passa com as campanhas de responsabilidade social e o público jovem. Nenhum jovem faz donativos na rua ou nos eventos. Primeiro porque têm pouco dinheiro e precisam dele para a cerveja e afins, e depois porque os jovens  consideram que essa é uma missão dos pais ou do Estado. No entanto, se a campanha lhes chegar ao telemóvel e bastar enviar um SMS contribuem em grande escala e nem pensam no dinheiro”. Conclusão:  a escolha do canal, para efeitos de modelo de negócio, é tão decisiva quanto a escolha do conteúdo. Outro exemplo está na compra de mais velocidade/largura de banda: “o consumidor dispõe-se a pagar um upgrade de velocidade, mas acha inconcebível se lhe aumentarem o preco do conteúdo … que é na realidade o motivo  porque quer mais velocidade”. Ou seja, há conteúdos que os consumidores acham impensável pagar num canal e que pagam sem problemas noutro e há conteúdos que é preciso empacotar com a plataforma certa para que seja retribuído o seu valor. “Faço escolhas estúpidas por razões de conveniência ou preguiça tão básicas quanto o facto de ter o meu telemóvel mais perto de mim do que o PC”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-240272188269448684?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/240272188269448684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=240272188269448684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/240272188269448684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/240272188269448684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/faco-escolhas-estupidas-por-razoes-de.html' title='“Faço escolhas estúpidas por razões de conveniência ou preguiça tão básicas quanto o facto de ter o meu telemóvel mais perto de mim do que o PC”.'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5wNDNbrJI/AAAAAAAAAL4/WXhAPtXDDIw/s72-c/p3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-8114898809234648386</id><published>2009-11-26T11:19:00.008Z</published><updated>2009-11-26T11:55:13.103Z</updated><title type='text'>"Who pays? Winners and Losers in the new economy".</title><content type='html'>Decorre hoje, 26 de Novembro, a I-COM National Roundtable que tem por objectivo lançar o debate sobre o futuro da medição dos Media On-line. Um tema mais pertinente do que nunca numa época em que se multiplicam conteúdos e questões sobre os modelos de negócio que os suportam.&lt;br /&gt;Partilho aqui uma das conferências a que assisti no IBC, em Amsterdão, em Setembro deste ano (é o último audio na página cujo link anexo). O tema era &lt;a href="http://www.ibcsessions.com/2009/Thursday_10_September/index.aspx?Mp3Name=Who_pays,_Winners_and_losers_in_the_new_economy.MP3"&gt;"Who pays? Winners and Losers inthe new economy"&lt;/a&gt;. Falou-se muito de televisão - 2 mil milhões de ecrãs no mundo inteiro e taxas de crescimento de 6% mesmo em ano de recessão produzem esse efeito. Mas nenhum dos conferencistas passou ao lado do tema que alimenta as maiores discussões: a convergência do broadcast e do broadband. Eram eles, os conferencistas: &lt;a href="http://informitv.com/about/people/"&gt;William Cooper, da Informitiv&lt;/a&gt;, E&lt;a href="http://www.deloitte.com/view/en_GX/global/article/02fdf0b2326fb110VgnVCM100000ba42f00aRCRD.htm"&gt;d Shedd, Deloitte UK&lt;/a&gt;, Tom Marrods, Screen Digest e G&lt;a href="http://www.ibc.org/page.cfm/action=ConfSpeaker/SpeakerID=476"&gt;erry O'Sullivan, da SKy TV&lt;/a&gt; e responsável pelo canal 3D da operadora a quem coube as proféticas palavras: "os vencedores serão quem investir em conteúdos e em inovação e só o poderão fazer com um modelo de negócio sustentável".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-8114898809234648386?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/8114898809234648386/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=8114898809234648386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8114898809234648386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8114898809234648386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/who-pays-winners-and-losers-in-new.html' title='&quot;Who pays? Winners and Losers in the new economy&quot;.'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3008625801294078215</id><published>2009-11-20T20:27:00.001Z</published><updated>2009-11-20T20:27:18.966Z</updated><title type='text'>If you never failed, you never lived</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/_tjYoKCBYag' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/_tjYoKCBYag'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Luís de Matos a bisar esta semana nas inspirações do Videonomics. Obrigada pela partilha : ) &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3008625801294078215?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3008625801294078215/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3008625801294078215' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3008625801294078215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3008625801294078215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/if-you-never-failed-you-never-lived.html' title='If you never failed, you never lived'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-401122404103385071</id><published>2009-11-19T10:01:00.001Z</published><updated>2009-11-19T10:01:25.133Z</updated><title type='text'>Socialnomics - Social Media ROI</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/ypmfs3z8esI' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/ypmfs3z8esI'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Números para os non- believers.&lt;br /&gt;From my friend Luís de Matos instead of my Blackberry&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-401122404103385071?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/401122404103385071/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=401122404103385071' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/401122404103385071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/401122404103385071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/socialnomics-social-media-roi.html' title='Socialnomics - Social Media ROI'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5824463989465491993</id><published>2009-11-16T00:57:00.001Z</published><updated>2009-11-16T00:57:35.252Z</updated><title type='text'>The Presentation Secrets of Steve Jobs</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/k-zMRPZpvcw' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' 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href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/presentation-secrets-of-steve-jobs.html' title='The Presentation Secrets of Steve Jobs'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7806519118346393535</id><published>2009-11-16T00:50:00.002Z</published><updated>2009-11-16T00:53:20.023Z</updated><title type='text'>Os segredos de Steve Jobs</title><content type='html'>&lt;embed 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href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/os-segredos-de-steve-jobs.html' title='Os segredos de Steve Jobs'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4483206256159345002</id><published>2009-11-11T22:51:00.001Z</published><updated>2009-11-11T22:51:39.471Z</updated><title type='text'>Social Media Marketing</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_2461438"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/3wpr/social-media-marketing-2461438" title="Social Media Marketing"&gt;Social Media Marketing&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=nepa-091109172252-phpapp01&amp;stripped_title=social-media-marketing-2461438" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=nepa-091109172252-phpapp01&amp;stripped_title=social-media-marketing-2461438" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/3wpr"&gt;Stephen Davies&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4483206256159345002?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4483206256159345002/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4483206256159345002' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4483206256159345002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4483206256159345002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/social-media-marketing.html' title='Social Media Marketing'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4028816254151330278</id><published>2009-11-10T11:43:00.002Z</published><updated>2009-11-10T11:46:14.763Z</updated><title type='text'>Do universo do “não pode ser” até ao mundo de possibilidades</title><content type='html'>&lt;embed src="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.7.1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="313" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="id=10444215&amp;vid=10444215&amp;autoPlay=0&amp;lang=en-us&amp;intl=us&amp;thumbUrl=&amp;embed=1" &gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  piada tem inúmeras versões e sempre uma lição que pode ser lida com ou sem cinismo. A história é sobre dois vendedores que no início do século passado vão vender sapatos para África. Um deles manda um telegrama em que diz: nada a fazer, eles não usam sapatos. O outro envia uma missiva em que afirma: grande oportunidade, eles não têm nenhuns sapatos! Benjamin Zander leva-nos  numa viagem sobre o potencial humano e a escolha do universo em que queremos viver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4028816254151330278?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4028816254151330278/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4028816254151330278' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4028816254151330278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4028816254151330278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/do-universo-do-nao-pode-ser-ate-ao.html' title='Do universo do “não pode ser” até ao mundo de possibilidades'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1578465718335006609</id><published>2009-11-06T19:30:00.002Z</published><updated>2009-11-06T23:18:23.000Z</updated><title type='text'>Empreendedores Sociais - "Oh Lord, won't you buy me a Mercedes Benz"</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/C-GFqhCq2HA' name='movie'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos anos 80 eu era uma garotinha. Foi o tempo da explosão yuppie que, com o nosso crónico atraso, chegou a Portugal mais no fim da década, devidamente embrulhada em fundos europeus e uma ilusão de modernidade paga com cartão de crédito. E de repente todos achámos natural comprar carros, comprar casas. No corporate world - coisa que até então nem sabíamos bem do que se tratava (ditaduras, PRECs e crises económicas mantiveram-nos ocupados com outras coisas por alguns anos ...) - os jovens ferozes começaram a o olhar para fora e para cima e a pensar no carrão que a subida hirárquica lhes compraria. Talvez não fosse o Mercedes da Janis Joplin, pelo menos para todos, mas conta a intenção.&lt;br /&gt;Hoje estive a moderar um painel sobre empreendedorismo social na conferência da EWMD - European Women's Management Development International Network, liderada em Portugal pela Teresa Lacerda, e que teve lugar no ISEG. "LEADERSHIP IN THE 21ST CENTURY".Entre entrevistas e sessões de discussão, ocorreu-me uma estória que Belmiro de Azevedo usa como só ele sabe para retratar algum Portugal, infelizmente para todos nós ainda um Portugal com alguma dimensão (estória essa também recordada por Filipe Fernandes, no editorial da Revista Exame deste mês). A estória diz assim: o que perguntam dois ex-colegas de curso quando se encontram? A primeira pergunta é 'onde estás?' e só depois, e eventualmente, 'o que fazes?'. &lt;br /&gt;O "cargo", a "empresa", o "status" têm raízes profundas numa cultura servir por demasiado tempo e daí resulta que em várias circunstâncias, a mesma pessoa pateta ou pouco interessante ou pouco qualificada possa passar a ser uma pessoa com potencial, muito interessante e competente - tudo dependendo de "onde está". Façam esse exercício - escrevam numa folha o nome de pessoas que conhecem profissionalmente em lugares "importantes", noutra coluna escrevam honestamente o que pensam e sentem em relação a essa pessoa, e numa terceira coluna aquilo que comummente dizem ou ouvem dizer dela. Também vale fazer o exercício inverso - pensem em pessoas que (re)conhecem pelo que "fazem" e avaliem o que valem por isso mesmo e, já agora, como são (ou não) (re)conhecidas no mercado.&lt;br /&gt;O que me leva ao tema do painel que moderei, sobre empreendedores sociais. A expressão pode soar a moda, mas a realidade é que há um movimento efectivo e determinado de pessoas "com potencial, interessantes e competentes" que optam por trabalhar no dito 3º Sector e viver profissionalmente as causas e as frustrações de quem lida com os problemas sociais. Contei com a participação no meu painel do Rui Martins, da Dianova, e da Sandra Almeida, da Fundação Aga Khan e esteve longe de ser um debate convencional ou monótono. O Rui levou até à audiência a estória de uma organização que consegue ajudar pessoas com problemas de drogas e não depender de caridade, aplicando os princípios da gestão e desafiando a criatividade diariamente. A Sandra trouxe-nos a frescura e a paixão de quem está a "fazer" algo porque simplesmente acredita. Como eles os dois, milhares de pessoas no mundo inteiro "estão a fazer" independentemente de "onde estão". E isso implica trabalhar com comunidades carenciadas, muitas delas invisíveis, um país de pessoas anónimas que só por mera graça da sorte ou do telejornal recebem honras e atenção. Em todos os outros dias, os Ruis e as Sandras estão lá, à procura de soluções, a procurar perceber como usar a criatividade própria de quem não tem nada e transformá-la em alguma coisa de positivo, a planear actividades e projectos com orçamentos em regras curtos e aquém do necessário, a explorar oportunidades e a aplicar ideias novas. E ainda, no fim de muitos dias, a usar uma dose extra de tempo, energia e motivação para superar as frustrações, os desencantos, o fim de linha e regressar no dia seguinte.&lt;br /&gt;Se isto não é uma boa inspiração para qualquer empreendedor, qualquer gestor, qualquer líder, onde quer que esteja, definitivamente algo está muito errado.&lt;br /&gt;Sobretudo, porque este movimento de empreendedorismo social é verdadeiramente transversal - está a acontecer um pouco por todo o mundo, é inter-geracional e conquista um número crescente de "cabeças" ao dito corporate world. O que atrai esta gente toda? Ser parte da solução em vez do problema, usar a criatividade e a capacidade para mudar realmente alguma coisa e sobretudo esse sentimento inexplicavelmente único de fazer bem.&lt;br /&gt;A diferença face a outros tempos? São melhor preparados, trazem outras competências profissionais e pessoais e estão interessados em aplicá-las ao universo social. O que nos pode permitir sonhar que melhores tempos virão. Ah, uma pequena mas importante nota: é que também podem, como bem lembrou o Rui Martins, ter o Mercedes à porta. Afinal, também isso está a mudar e já não é pecado conseguir viver e trabalhar na área social e não passar o tempo de mão estendida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1578465718335006609?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1578465718335006609/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1578465718335006609' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1578465718335006609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1578465718335006609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/11/empreendedores-sociais-lord-won-you-buy.html' title='Empreendedores Sociais - &amp;quot;Oh Lord, won&amp;#39;t you buy me a Mercedes Benz&amp;quot;'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7819005026235968467</id><published>2009-10-23T21:49:00.000+01:00</published><updated>2009-10-23T21:50:18.284+01:00</updated><title type='text'>Will anyone pay for anything? Sim, se poupar tempo, se trouxer reputação e se simplesmente for viciante</title><content type='html'>&lt;embed src="http://blip.tv/play/g8sRgaGpNgI%2Em4v" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="300" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-7819005026235968467?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/7819005026235968467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=7819005026235968467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7819005026235968467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7819005026235968467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/10/will-anyone-pay-for-anything-sim-se.html' title='Will anyone pay for anything? Sim, se poupar tempo, se trouxer reputação e se simplesmente for viciante'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-2752124773472343605</id><published>2009-10-23T21:09:00.000+01:00</published><updated>2009-10-23T21:10:10.664+01:00</updated><title type='text'>Free, mas non troppo</title><content type='html'>&lt;embed src="http://blip.tv/play/g8sRgZPVKwI%2Em4v" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="300" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-2752124773472343605?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/2752124773472343605/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=2752124773472343605' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2752124773472343605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2752124773472343605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/10/free-mas-non-troppo.html' title='Free, mas non troppo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5232767280106806285</id><published>2009-10-15T15:29:00.002+01:00</published><updated>2009-10-15T17:19:32.276+01:00</updated><title type='text'>Angelina, let's save the world!</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/D_gecqWJPx8" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/D_gecqWJPx8"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porque os temas de responsabilidade social podem, devem, têm que ser coisas de gente, do dia-a-dia, da nossa vida  e não compêndio de palavrões técnicos que assustam até (ou sobretudo) aqueles que precisam ser ajudados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5232767280106806285?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5232767280106806285/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5232767280106806285' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5232767280106806285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5232767280106806285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/10/angeline-let-save-world.html' title='Angelina, let&apos;s save the world!'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-2300033990837061472</id><published>2009-10-15T11:50:00.004+01:00</published><updated>2009-10-15T11:56:38.804+01:00</updated><title type='text'>Curar as dores e manter tudo simples - segredos para quem lança negócios</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial, helvetica, clean, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: -webkit-xxx-large; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;iframe src="http://www.businessinsider.com/embed?id=4acb7c6800000000003c85fd&amp;amp;width=300&amp;amp;height=430" width="300" height="430" border="0" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial, helvetica, clean, sans-serif;font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-2300033990837061472?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/2300033990837061472/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=2300033990837061472' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2300033990837061472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2300033990837061472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/10/porque-o-meu-negocio-vai-curar-as-suas.html' title='Curar as dores e manter tudo simples - segredos para quem lança negócios'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5482669905808322887</id><published>2009-09-20T18:59:00.001+01:00</published><updated>2009-09-20T18:59:18.223+01:00</updated><title type='text'>Revolução em números, para quem duvida</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/fVXKI506w-E' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/fVXKI506w-E'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5482669905808322887?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5482669905808322887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5482669905808322887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5482669905808322887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5482669905808322887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/09/revolucao-em-numeros-para-quem-duvida.html' title='Revolução em números, para quem duvida'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-8776757077233052687</id><published>2009-09-17T22:59:00.003+01:00</published><updated>2009-09-17T23:10:19.797+01:00</updated><title type='text'>TED -25 anos antes de tempo</title><content type='html'>&lt;object width="334" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/NicholasNegroponte_1984-medium.flv&amp;amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/NicholasNegroponte-1984.embed_thumbnail.jpg&amp;amp;vw=320&amp;amp;vh=240&amp;amp;ap=0&amp;amp;ti=230&amp;amp;introDuration=16500&amp;amp;adDuration=4000&amp;amp;postAdDuration=2000&amp;amp;adKeys=talk=nicholas_negroponte_in_1984_makes_5_predictions;year=1984;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;theme=technology_history_and_destiny;event=TED1984;&amp;amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;"&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgcolor="#ffffff" width="334" height="326" allowfullscreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/NicholasNegroponte_1984-medium.flv&amp;amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/NicholasNegroponte-1984.embed_thumbnail.jpg&amp;amp;vw=320&amp;amp;vh=240&amp;amp;ap=0&amp;amp;ti=230&amp;amp;introDuration=16500&amp;amp;adDuration=4000&amp;amp;postAdDuration=2000&amp;amp;adKeys=talk=nicholas_negroponte_in_1984_makes_5_predictions;year=1984;theme=bold_predictions_stern_warnings;theme=what_s_next_in_tech;theme=technology_history_and_destiny;event=TED1984;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amanhã realiza-se em Lisboa a TEDxEdges, um formato construído a partir das TED Talks originais (www.ted.com) e que resulta da adesão mundial a esta rede de conhecimento e criatividade.Pode parecer absolutamente óbvio que pensadores das mais diferentes esferas de conhecimento e actividade partilhem o que sabem e o que fazem com o mundo. Não é. É reconhecidamente necessário, cada vez mais necessário, mas não é óbvio. Menos o era em 1984 quando o fundador das TED Talks, Richard Saul Wurman, avançou com esta ideia doida de juntar gente da Tecnologia, Entertainment e Design e partilhar as suas visões e trabalhos. Não se tratava de uma gente qualquer - um dos requisitos é que não fossem "os do costume", os que estão lá porque fica bem ou meramente para fazer, como hoje se diz, apenas networking pessoal. A ideia era que fosse uma network sim mas de conhecimento e inspiração. E foi isso que foi, 10 anos antes da internet, 20 anos do YouTube, mas já com a visão que era importante registar em filme para que nada se perdesse. É essa enorme generosidade e verdadeira criatividade que chega amanhã a Lisboa, com o selo de um trabalho de 25 anos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui fica a primeira TED Talk. Nicholas Negroponte, fundador do MIT Media Lab, também ele um visionário que em 1984 já arriscava prospecção criativa em territórios hoje mass market. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-8776757077233052687?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/8776757077233052687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=8776757077233052687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8776757077233052687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8776757077233052687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/09/ted-25-anos-antes-de-tempo.html' title='TED -25 anos antes de tempo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6557567265349965432</id><published>2009-09-03T19:48:00.009+01:00</published><updated>2009-09-08T00:02:15.268+01:00</updated><title type='text'>Menos é mais? ou porque ainda bem que não podermos ter tudo</title><content type='html'>&lt;!--StartFragment--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, serif;color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="color: rgb(0, 0, 0);   line-height: normal; white-space: pre-wrap; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; font-family:'Lucida Grande';font-size:9px;"&gt;&lt;embed src="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.7.1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="313" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="id=13724174&amp;amp;vid=13724174&amp;amp;autoPlay=1&amp;amp;lang=en-us&amp;amp;intl=us&amp;amp;thumbUrl=http://l.yimg.com/a/p/i/bcst/yp/poptech/6522/86490605.jpg&amp;amp;embed=1"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Há uns tempos uma amiga contava-me com alguma irritação que tentara pedir uma água num café e que o empregado insistia em lhe apresentar um vasto menu de opções. Com ou sem gás, natural ou fresca são opções do passado; hoje qualquer marca que se preze tem pelo menos uma dezena de sabores, mais outra dezena de aditivos especiais que fazem bem a algum aspecto da saúde, entre outras particularidades. A minha amiga terminou a conversa com o empenhado empregado do café dizendo: "posso ter uma água só a saber a água?"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Os estudos mostram que nunca como hoje tivemos tanta escolha. Não apenas de produtos, mas de tudo na vida. Como queremos viver, que aspecto físico queremos ter, como ocupamos o tempo, que "estilo" de pessoa somos, se temos filhos, se nos casamos, enfim, you name it ... Na verdade, nada disso nos está a fazer mais feliz. E é compreensível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Vejamos. 285 marcas de bolachas. 230 marcas de sopas. 75 de ice teas. 275 de cereais. 40 de pastas de dentes. 50 de DVDs players. São estes os números que nos torturam. Como se escolhe quando há tanto por onde escolher? O que fazemos nesta era da abundância onde podemos ter tudo e em todas as cores?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A questão é exactamente essa. We can't have it all! É isso que o psicólogo Barry Schwartz nos explica nesta conversa. Actualmente o nosso problema - pelo menos os "nós" do mundo ocidental - não são os recursos à nossa disposição para nos podermos realizar. Dos básicos como a alimentação, a casa e a roupa aos mais sofisticados, como entretenimento e desenvolvimento intelectual, o menu, como nas águas, é vastíssimo e a liberdade para escolher é um valor garantido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;O que nos atormenta é como escolher entre tantos recursos, ao ponto de, quando escolhemos um, imediatamente iniciarmos a nossa infelicidade em vez da satisfação pelo seu usufruto. Porque escolher entre um ou entre 1000 implica sempre deixar algo de fora, mas quanto maior a escolha maior a nossa certeza que "devemos estar a perder alguma coisa".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Na realidade não é bem assim. Estudos realizados, por exemplo, com a degustação e promoção de compotas nos hipermercados mostram resultados curiosos. Quando a oferta é de 24 sabores de compotas - conseguem imaginar 24 sabores!!! - as pessoas experimentam mais do que quando apenas existem 6 sabores. Mas, curiosamente, isso não se traduz em vendas, uma vez que só 1/10 efectivamente compra. Outros estudos, de carácter neuro-biológico, revelam em paralelo que 6 ou 7 combinações são o máximo que o nosso cérebro consegue memorizar - daí serem o número kármico em tantas funcionalidades do dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=" color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No livro "Blink" sobre os nossos processos de decisão quando pensamos sem pensar, Malcolm Gladwell refere a certo ponto que "aceitamos como um dado adquirido que&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;quanto mais informação o decisor tiver, melhor decide". Todavia, vários estudos demonstram exactamente o oposto: toda a informação a mais não é realmente uma vantagem; na realidade é preciso saber muito pouco de um fenómeno complexo para descobrir o padrão subjacente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#333333;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Voltando às escolhas e ao tormento que nos causam. O inimigo somos nós quando acreditamos que podemos ter tudo. Não podemos e isso são boas notícias. É na auto-limitação e não nas opções ilimitadas que encontramos o que nos faz felizes. Schwartz apresenta o melhor indicador: o que mais feliz nos faz são as relações realmente próximas que estabelecemos com os outros. Por definição, não conseguimos ser próximos de toda a gente, o que em sim já é uma opção. Mas, mais do que isso, quando nos auto-limitamos por causa de outra pessoa de quem gostamos somos felizes nessa auto-limitação em vez de infelizes por termos feito uma escolha e excluído nesse momento múltiplas combinações de felicidade potencial que na realidade somos incapazes de vivem em simultâneo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height:150%;mso-pagination:none;mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:Arial, serif;color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--EndFragment--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6557567265349965432?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6557567265349965432/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6557567265349965432' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6557567265349965432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6557567265349965432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/09/menos-e-mais-ou-porque-ainda-bem-que.html' title='Menos é mais? ou porque ainda bem que não podermos ter tudo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5395727240596513137</id><published>2009-08-06T10:23:00.001+01:00</published><updated>2009-08-06T10:23:25.763+01:00</updated><title type='text'>Leonard Cohen. I'm your man.Boas Férias</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/Tl37ux63ieA' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/Tl37ux63ieA'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Take all your blessings.&lt;br /&gt;And if you have to fall, fall for the side of the Luck. (or Love)&lt;br /&gt;Enjoy the weather (but take care with the summer cold)&lt;br /&gt;And above all - and most difficult &lt;br /&gt;Be Kind&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonard Cohen&lt;br /&gt;Lisboa 2009&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5395727240596513137?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5395727240596513137/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5395727240596513137' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5395727240596513137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5395727240596513137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/08/leonard-cohen-i-your-manboas-ferias.html' title='Leonard Cohen. I&amp;#39;m your man.Boas Férias'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5724220227623145653</id><published>2009-07-16T20:49:00.001+01:00</published><updated>2009-07-16T20:51:37.951+01:00</updated><title type='text'>"Never surrender, never give up"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;div class="com_shownews_title" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold medium/normal verdana; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 1em; margin-left: 0em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(artigo publicado no Jornal de Negócios de 8 de Julho de 2009)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="com_shownews_title" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold medium/normal verdana; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 1em; margin-left: 0em; "&gt;Por que as empresas devem aprender com a Roma republicana&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="com_shownews_lead" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 12px/normal verdana; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; "&gt;"Never surrender, never give up". A persistência, a par com o respeito pela lei e o desejo de independência, são os grandes valores da Roma Republicana que devem inspirar os gestores de hoje. Para António Ortega, ex-quadro do BBVA e autor de livros de gestão, mais importante que o líder é a organização. E foi a pensar assim que a Roma republicana perdurou 500 anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="com_shownews_lead" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 12px/normal verdana; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="com_shownews_lead" style="border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font: normal normal bold 12px/normal verdana; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 0em; margin-left: 0em; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px; font-weight: normal; line-height: 15px; "&gt;Os líderes querem-se humildes e sem vaidade, porque a organização deve estar à frente do indivíduo. E quando os líderes querem deixar a sua marca, é muito natural "que façam disparates" e que "deixem de ouvir os outros". Os modelos a seguir não são os de Jack Welch, tão pouco o de Steve Jobs. Talvez Bill Gates se aproxime de um ideal que promete o futuro da empresa independentemente do líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;António Ortega Parra foi, durante anos, alto quadro do BBVA e é desde que se lembra um apaixonado por História. É assim natural que os seus livros remetam, inevitavelmente, para os ensinamentos que as empresas podem retirar das lições de outras épocas. Esteve em Lisboa a convite da AESE num seminário sobre Gestão de Talento e foi contundente na sua convicção: não precisamos de líderes carismáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O que é que a Roma antiga tem a ver com as organizações modernas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Roma antiga está, na realidade, dividida em três períodos: um primeiro período, rural, pouco conhecido, depois o período da república romana, que dura aproximadamente 500 anos, e depois vem o império, que é outra coisa. O período da república é o que me interessa mais, pois considero que tem alguns valores que são transponíveis para as empresas modernas. Afinal, foi uma organização que teve êxito durante 500 anos, portanto as empresas de hoje devem ter algo a aprender com essa experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;E qual é a origem desse êxito?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No início tem de existir uma missão clara. A missão de Roma encontrei-a escrita na Eneida, de Virgílio: "... e tu, romano, lembra-te da tua missão. Ir liderando os povos sob a tua lei". Isto é absolutamente idêntico ao que qualquer companhia pode determinar como missão quando pretende liderar no seu mercado. Conquista todos os mercados, seja nas telecomunicações, na banca, nos transportes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Roma é conhecida pelos seus legados: as infraestruturas de comunicação, a língua comum, o latim, e a emergência das grandes cidades. Hoje também poderíamos fazer um paralelismo com uma infraestrutura mundial que é a internet, uma língua universal que é o inglês e a existência de capitais mundiais como Londres, Nova Iorque ou Xangai?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É perfeitamente possível, apesar de no meu livro abordar outra vertente. As infraestruturas, sejam estradas, pontes ou Internet, são ferramentas; a língua é também uma ferramenta de comunicação. Para mim, o importante não é a mudança tecnológica a que temos assistido. O importante é o pensamento. Numa empresa, o importante não é a tecnologia, é o que se faz com a tecnologia. As mesmas tecnologias podem ser bem ou mal usadas. As ferramentas têm de servir a um propósito. Roma tinha muito bem definida a missão, o propósito, e depois igualmente importante era a cultura corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;No seu livro, centra-se especialmente na importância da cultura corporativa ...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Que valores tenho eu de ter para cumprir a minha missão? Roma tinha três valores fundamentais. O primeiro era não se rendia nunca. "Never surrender, never give up". Imagine-se uma empresa, nos dias de hoje, que não se dê nunca por vencida. Que mesmo em época de adversidade, como a que estamos a viver, insista e se esforce por seguir em frente. Este era um princípio fundamental de Roma: não se rende. É uma questão de perseverança e de ser obstinado. O segundo tem a ver com o direito: a lei respeita-se sempre. Roma nutria um grande respeito pelo direito e pelo seu cumprimento - se assim não fosse, a lei romana não tinha chegado até aos nossos dias. Ninguém se lembra do direito egípcio ou sumério, pois não? O terceiro valor é a independência: os romanos queriam ser independentes, não queriam estar dependentes do poder duma só pessoa de forma vitalícia. Por isso, criaram uma estrutura na sua classe politica que se renovava todos os anos e todos tinham os mesmos comportamentos. O importante não era o líder pessoal, era a própria instituição que liderava. Não importava quem era o líder num ano, porque sabiam que no ano seguinte seria outra pessoa - o importante é fosse qual fosse o líder actuava de acordo com os mesmos procedimentos, convicções e compromisso. Por isso, da Roma Republicana não conhecemos quase nenhum líder. Costumo exagerar dizendo que quando nos lembramos de algum é de Júlio César que foi quem acabou com a República e deu início à Roma imperial. Durante 500 anos, dois cônsules diferentes cada ano lideravam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Porque razão é que considera apenas a Roma Republicana um bom exemplo para as empresas modernas e não a Roma imperial?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque a Roma imperial assenta precisamente no conceito de liderança pessoal. E, na minha perspectiva, a liderança pessoal, sobretudo quando o líder é carismático, não é aconselhável. O meu livro anterior foi sobre Alexandre, o Grande e temos aí um grande exemplo de um líder carismático. Tudo o que depende da liderança de uma pessoa, com cujo final, mais cedo ou mais tarde, a instituição acaba, parece-me um perigo claro. É muito melhor dotar toda a organização de um programa de desenvolvimento que se reflicta em todos os estratos da organização e de onde possam sair vários líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Mas no topo da hierarquia só há lugar para o líder?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim, mas esse lugar renova-se e quando alguém se vai embora, não se nota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Isso não um pouco contra-natura? Não é humano que um líder queira deixar a sua marca?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma das condições da liderança deveria ser a humildade. Quando alguém quer deixar a sua marca, geralmente faz algum disparate. Os romanos fizeram disparates fabulosos com alguns monumentos em honra do imperador. Hoje em dia, seria algo como construir um edifício-sede enorme na avenida da Liberdade para deixar a marca de um líder. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Mas há exemplos de líderes carismáticos cuja sucessão nas organizações correu bem. Jack Welch, na General Electric.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Jack Welch foi bastante criticado depois de ter saído da GE ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Mas a empresa não perdeu liderança.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, a GE tornou-se uma empresa de êxito com o Jack Welch que a converteu numa grande empresa, seguramente a primeira grande empresa mundial. Os problemas com Jack Welch vieram depois, quando se tornaram conhecidas as condições de regulação, entre outras. Mas que é frequente acontecer com os líderes carismáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Para seguir o modelo da Roma republicana, não pagarão as empresas como preço não terem líderes carismáticos nunca?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mas não queremos ter líderes carismáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Não?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não. As teorias de liderança mais modernas demonstram que o líder carismático não é confiável no longo prazo. O problema de Alexandre, o Grande, que foi um grande líder durante um determinado período, está na sua natureza: conquistou a Pérsia e depois quis conquistar a Índia, que não conhecia, e fracassou.&lt;br /&gt;Júlio César, que também era um grande líder, nunca se devia ter tornado num ditador - custou-lhe a vida e a Roma custou a república. Napoleão a mesma coisa. O líder carismático, a certo ponto, perde o contacto com a realidade e faz este tipo de coisas.&lt;br /&gt;O problema do líder carismático é a vaidade. E quando se torna tão vaidoso que se considera dono de toda a verdade, já não escuta nada nem ninguém e comete erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;O que recomenda aos gestores sobre a gestão de talento nas organizações modernas? Como podem ter culturas fortes, vencedoras e lideranças que perdurem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nestes momentos de crise, recomendo quatro coisas que em espanhol começam todas por um "R". A primeira é realismo na análise. Temos de ser capazes na nossa empresa de determinar qual é a situação em que estamos e como está o nosso mercado. A segunda é reformular a estratégia, porque precisamos de saber se podemos continuar a fazer as coisas da mesma forma ou se se exige outra abordagem. O terceiro "R" é rigor nas operações, temos de ser rigorosos no cumprimento dos objectivos, porque não há margem para o erro. O quarto ponto é renovação do compromisso. Nos momentos difíceis é quando as empresas mais precisam que os empregados se comprometam com a organização e, atenção, que a organização se comprometa com as pessoas também. Os romanos faziam o juramento, em que uns e outros se comprometiam. Esta é para mim a receita nos tempos que estamos vivendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Que bons exemplos encontra nas empresas modernas deste espírito da Roma republicana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ia dizer uma empresa, mas é óbvia, estou influenciado porque pertenci a essa organização durante vários anos, apesar de hoje já não estar ligado, o BBVA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Mas pensando em algumas das empresas com mais êxito nos dias de hoje, como a Apple, de Steve Jobs, estamos perante o oposto da Roma republicana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim, Jobs é seguramente o oposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;E a arqui-rival Microsoft, com Bill Gates?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Microsoft é diferente. No final, o que fez Bill Gates? Saiu da empresa. E a mim parece-me um acto de inteligência extraordinária. Ele podia ter continuado e ser o imperador. Mas há vários outros exemplos e há uma boa forma de os identificar: pense em empresas e líderes que estando no poder são capazes de renunciar ao poder ou a parte do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Como se interessou por esta comparação entre a História e as empresas modernas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estou um pouco louco, sabe (risos)... Gosto muito de História e parece-me que o pensamento humano não mudou assim tanto. Estamos sempre a olhar para o futuro à procura de coisas novas e muitas vezes não nos damos conta que seguimos os passos de uma civilização construída há muito no nosso passado. A filosofia grega, a religião católica e o direito romano. São os três pilares dos últimos 2500 anos. E quando se lêem os clássicos, por exemplo quando se lê um discurso de Alexandre, o Grande, percebemos que podia ser o mesmo discurso de um presidente de uma grande empresa de hoje, como Bill Gates. Sobre organização, os valores, o esforço, a honestidade, a ambição, a proactividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Podemos considerar que os empreendedores podem - e devem - ser carismáticos, como Alexandre, o Grande, mas que uma vez as conquistas realizadas devem saber gerir em equipa, como a Roma republicana?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É verdade essa observação, tem muito a ver com o ciclo de vida da empresa. Um empreendedor, no momento da fundação da empresa, pode ser carismático. Mas, no momento de consolidação da empresa, deve ter competências mais serenas e em momentos de crise deve olhar aos quatro "r". É o ciclo de vida da empresa que deve determinar as competências do líder. Não há um líder para todas as estações. Churchill ganhou a guerra e não conseguiu ganhar as eleições seguintes: foi capaz de vencer na guerra e não foi capaz de gerir a paz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5724220227623145653?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5724220227623145653/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5724220227623145653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5724220227623145653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5724220227623145653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/07/never-surrender-never-give-up.html' title='&quot;Never surrender, never give up&quot;'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4748574844395336286</id><published>2009-07-05T19:32:00.004+01:00</published><updated>2009-07-05T19:54:50.363+01:00</updated><title type='text'>Emigrantes digitais ultrapassam os nativos digitais - ou seja, os pais já estão mais na internet do que os filhos. Ainda não em Portugal</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/09Xy2LSytEU" name="movie"&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na sexta-feira teve lugar na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa a apresentação do estudo EU Kids Online, coordenado em Portugal pela Professora Cristina Ponte, que ao longo de 3 anos avaliou a forma como crianças e jovens da União Europeia se comportam "na" e "com" a Internet.&lt;br /&gt;Primeira novidade, apesar de relativamente expectável: as crianças entram cada vez mais cedo "rede"; o pique de entrada eram os 12-13 anos, em 2005, hoje são os 10-11 anos. Há cada vez menos diferenças entre rapazes e raparigas, mas em contrapartida os estudos indicam que podem acentuar-se diferenças em função do nível socio-económico da família.&lt;br /&gt;Novidade a fazer pensar é que, no âmbitos dos 27 países da UE, em média, já são mais os pais do que os filhos a usar a internet (84% versus 75%, invertendo a anterior tendência de 66% para 70%). A geração de "emigrantes" digitais bate pela primeira vez os "nativos" digitais. Portugal é uma excepção à regra neste domínio - por cá, ainda são os filhos quem mais usa a internet.&lt;br /&gt;O que fazem as crianças e os jovens online? Aquilo que quem acompanha mais de perto esta realidade sabe ou suspeita (seja como pai, educador, investigador ou mero cidadão observador), mas que muitas famílias ignoram: entretenimento jogos e diversão; comunicação online, redes sociais e troca de experiências; obtenção de informação e recursos educativos. O que o estudo EU Kids Online nos deixa para pensar é o facto, também apurado, de que os pais "subestimam" o papel da internet enquanto meio de socialização através, nomeadamente das redes sociais, e também a vertente de entretenimento e "sobrestimam" a componente informativa/ educativa. A coordenadora do estudo, Sonia Livingstone, da London School of Economics, fala de uma "escada de oportunidades" que vai da procura básica de informação, aos jogos e email, ao Instant Messenger e ao uso criativo/upload.&lt;br /&gt;Entre os riscos mais comuns, também estão os que se esperam. Dar informação de carácter pessoal lidera a lista, segue-se o risco da pornografia, conteúdos violentos, comentários sexuais, ser importunado online e encontrar-se com alguém que conheceu na net. Por género, os investigadores descortinam que os rapazes são mais passíveis de ser expostos a conteúdos pornográficos e/ou violentos, dão mais facilmente informação pessoal e é mais fácil que se encontrem com alguém que conheceram online. As raparigas, por seu lado, são mais disponíveis para correr o risco de falar online com estranhos, recebem mais comentários sexuais e pedidos de informação pessoal. À medida que sobem na idade, os riscos também crescem. Portugal está no grupo de países considerados de risco médio, em termos globais; Inglaterra, Holanda, Noruega e os novos países do Leste estão no grupo de risco mais elevado.&lt;br /&gt;O professor José Alberto Simões, da FCS, que apresentou o estudo, lembra a propósito que "é preciso correr riscos para ter oportunidades" e toda a conferência decorreu sob o tema, patente ou latente, do não alarmismo e da devida contextualização dos chamados "perigos" da internet.&lt;br /&gt;Os investigadores chamam ainda a atenção para o facto de continuar a existir pouca informação sobre os novos conteúdos e as novas plataformas, nomeadamente o telemóvel e estão convencidos que, em Portugal, muitos dos pais não fazem ideia do que os filhos fazem online.&lt;br /&gt;A psicóloga Margarida Matos, da Faculdade de Motricidade Humana, sublinhou a necessidade de ser ter cabeça fria - sem exacerbar medos e perigos. "O adulto actual está a viver uma viragem histórica, talvez só comparável com a da invenção da escrita, porque não pode ser modelo para a geração que vem atrás", dizia. Mas, acrescentou, "não esqueçamos a experiência". E que melhor exemplo que o dos seus alunos universitários, literalmente "afundados" em informação, com centenas de PDFs que nunca conseguirão ler e que precisam da ajuda da experiência (professor) para saber organizar um trabalho.&lt;br /&gt;No capítulo dos medos e mitos, as redes sociais também devem ser vistas como oportunidades para cada jovem "abrilhantar" as qualidades sociais, da mesma maneira que os jogos desenvolvem a percepção, liderança, observação. E, last but not the least, o nível educacional, que é mais importante do que o dinheiro quando se trata de saúde pública, também na protecção na internet parece desempenhar o mesmo papel.&lt;br /&gt;A tecnologia não é nada óbvia, reiterou o professor Manuel Pinho, da Universidade do Minho, frisando uma ideia cada vez mais evidente: "não basta aceder à internet; é um requisito, mas está longe de significar sucesso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Recomendações para políticas públicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do estudo EU Kids Online resultou um conjunto de recomendações que envolvem Governos, famílias, escolas, cidadãos e empresas.&lt;br /&gt;- O grau de difusão da internet influencia, naturalmente, o acesso por parte de crianças. Quando o acesso se generaliza esbatem-se as diferenças socio-económicas e promove-se maior igualdade;&lt;br /&gt;- As políticas de e-inclusão devem incidir sobretudo em países em que o uso da internet por parte de crianças é ainda baixo, como Itália, Grécia e Chipre;&lt;br /&gt;- A fluência em língua inglesa tende a ser superior na Europa do Norte - é possível que um maior acesso ao conteúdo em língua inglesa aumente tanto as oportunidades como os riscos;&lt;br /&gt;- Existem indicações que a presença de um forte serviço público audiovisual ou de outros fornecedores públicos de conteúdos para crianças desempenha um papel importante;&lt;br /&gt;- O excessivo foco mediático sobre os riscos online e não sobre as oportunidades pode aumentar a ansiedade dos pais face ao uso da internet pelas crianças; a combinação em alguns países desta ansiedade com a baixa utilização por parte dos pais pode exacerbar a noção dos perigos;&lt;br /&gt;- Pouco se sabe sobre os modos como a cultura de pares medeia a utilização da internet pelas crianças;&lt;br /&gt;- Equilibrar a capacitação e a protecção é crucial; as estratégias para diminuir os riscos podem restringir as oportunidades, podendo prejudicar os direitos das crianças ou limitar a sua aprendizagem para lidar com um determinado grau de risco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Recomendações sobre Riscos&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;- Há boas razões para reforçar a regulação em toda a Europa, uma vez que grande parte das crianças estão a encontrar riscos em conteúdos, contactos e condutas&lt;br /&gt;- Deve ser estimulada uma disposição auto-reguladora na melhoria da segurança das ciranças (da mesma forma em que as crianças só podem ser ensinadas a atravessar a estrada onde os condutores e a condução estejam cuidadosamente regulados)&lt;br /&gt;- Quando aumenta o acesso nacional à internet, aumenta a auto-regulação por parte da indústria, incluindo o fornecimento de informações seguras pelos ISP&lt;br /&gt;- Prioridades para futuras acções de sensibilização: Portugal não sendo de risco elevado figura nesta lista por se enquadrar no grupo de países onde o acesso crecseu muito mais rapidamente que as competências e pelo facto de as crianças usarem mais a internet que os pais&lt;br /&gt;- As acções de sensibilização devem centrar-se em crianças mais novas e em novos riscos associados a novos conteúdos/novas plataformas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Para saber mais sobre o EU Kids Online&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;http://www2.fcsh.unl.pt/eukidsonline/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Para uma perspectiva sobre o papel dos pais na relação das crianças com a Internet&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;http://vitormagalhaes.com/index.php/2009/04/09/magalhaes-parte-2-controlo-parental-e-os-futuros-infoexcluidos/&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4748574844395336286?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4748574844395336286/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4748574844395336286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4748574844395336286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4748574844395336286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/07/e-as-criancas-senhor.html' title='Emigrantes digitais ultrapassam os nativos digitais - ou seja, os pais já estão mais na internet do que os filhos. Ainda não em Portugal'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3003277646543377331</id><published>2009-07-02T01:12:00.003+01:00</published><updated>2009-07-02T01:25:56.094+01:00</updated><title type='text'>Tapscott acredita que Portugal é exemplo para Obama - verdades e consequências</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/v09AlH3-0VY' name='movie'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O homem inventou a politica para deixar de obedecer a outro homem, obedecendo em alternativa a uma abstracção, uma ideia de poder superior exercido em nome de um bem comum. A ciência politica explica estas coisas e explica também que a politica e as politicas precisam de homens concretos. Ou, como também já foi dito por uma das nossas mulheres de direito, Maria José Morgado, o problema não está nas leis (referia-se ao combate á corrupção ...), o problema está nos homens e mulheres que aplicam essas leis.&lt;br /&gt;Eis que um dos mais interessantes pensadores da era digital escreve um artigo no seu blogue que torna esta discussão, uma vez mais, pertinente. Don Tapscott, autor de Wikinomics, Growing Up Digital e Grown Up Digital, é um apaixonado por Portugal. Começa por estar casado com uma portuguesa – o que é um bom princípio. Depois gosta de pasteis de nata e, last but not the least, gosta efectivamente do pais que conhece, sem dúvida, bem melhor que tantos outros gurus que apenas percorreram o corredor do aeroporto ao Ritz. E, dito isto, é este também o pensador que, na semana passada, recomendou a &lt;a href="http://www.wikinomics.com/blog/index.php/2009/06/24/obama-should-look-to-portugal-on-how-to-fix-schools/"&gt;Barack Obama que colocasse os olhos em Portugal se queria ter uma visão inspiradora sobre como revolucionar a educação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois ... apesar do profundo conhecimento dos temas da geração digital e inclusive de algum conhecimento efectivo sobre Portugal, existem as ideias e existem os homens, as mulheres e, neste caso, também as crianças e os jovens concretos. Os homens e as mulheres concretos que desenharam e implementaram o programa e-escola e e-escolinha e o líder desse projecto, o homem concreto que chefia o Governo português, leram os livros certos, fizeram a pesquisa certa e, sejamos também justos, tiveram a coragem de levar à prática uma série de conceitos que estavam em case-studies e manuais. E isso é bom. Mas os conceitos são os tais “parafusos mentais” que nos ajudam a montar um determinado engenho, mas não são a garantia do engenho funcionar.&lt;br /&gt;Don Tapscott esteve em Portugal em Fevereiro deste ano e apresentou muito mais que “parafusos mentais”. Trouxe casos de pessoas concretas que ilustram bem o quanto mundo está a mudar e nos desafiam a pensar em formas de fazer esses ventos de mudança funcionar a nosso favor. &lt;a href="http://videonomics.blogspot.com/2009/03/geracao-mais-idiota-e-geracao-que-vai.html"&gt;Em particular, o caso o aluno brilhante que nunca tinha lido um livro na vida e que se preparava para fazer mestrado em Oxford&lt;/a&gt; deu que pensar a muitos, a mim, confesso que me impressionou particularmente.&lt;br /&gt;Mas esse é o (re)conhecido poder do storytelling, da narrativa, um poder ancestral agora redescoberto como moda de gestão.&lt;br /&gt;Na vida de todos os dias, a questão é saber como usar ideias fascinantes e desafiadoras como a da aprendizagem colaborativa, da aula como espaço de interacção e de criação, entre outras, em realidades efectivas que conquistem os alunos para o saber e para o conhecimento, reduzam o abandono e/ou desinteresse escolar e, mais do que isso, criem cidadãos mais aptos a usar em benefício próprio e da comunidade as “ferramentas” da era fantástica em que vivemos.&lt;br /&gt;Como é que isso se faz?&lt;br /&gt;Ninguém tem respostas absolutas. Estamos todos a aprender. Pessoalmente, tenho estado envolvida em diversos projectos de desenvolvimento de conteúdos para crianças e jovens e conheço bem as dificuldades. Quanto mais “tecnologia”, “conteúdo”, “plataformas”, mais difícil. É preciso escolher, testar, colocar permanentemente perguntas difíceis, estar disposto a aceitar o erro, mudar quando se erra e aceitar como regra que ... não há regra. Nesse trabalho, moroso, complexo, de formiga, os programas e-escolas e e-escolinhas não poderiam ser nunca um ponto de chegada. Serão, em justiça, um ponto de partida. Qualquer pai, educador e até mesmo uma criança de 7 anos consegue responder sem dificuldade a Tapscott que o país que ele retratou não é o mesmo em que vivem todos os dias. Mas será que não podemos concretizar esse pais? Talvez possamos todos sonhar um pouco mais, fazer um pouco mais e deixar essa propensão também tão nossa para encolher os ombros e dizer que não há nada a fazer.&lt;br /&gt;Algumas mentes avisadas têm defendido que um dos problemas da educação é o facto de não ser uma obra de resultados imediatos. Não é como lançar empreitada a mais uma estrada e vê-la, meses ou na pior das hipóteses um ou dois anos depois, estar concluída e inaugurada com pompa e circunstância.&lt;br /&gt;Na educação, o horizonte mínimo de trabalho é o de um ciclo completo de formação, qualquer coisa como 20 anos. São 5 legislaturas. São 5 (ou mais) estruturas dirigentes. São 20 turmas para um professor. É uma maratona. Precisamos estar dispostos a corrê-la e não faz mal começarmos com a pompa e circunstância que levar computadores a crianças pequenas sempre traz. Desde que esse seja um princípio e não um fim em si mesmo. &lt;br /&gt;Vale a pena ouvir a professora &lt;a href="http://twitter.com/3za/status/2226660057"&gt;Teresa Marques&lt;/a&gt;, que ensina Matemática e Ciências aos alunos do 5º e 6º ano e que foi em Portugal uma das percurssoras da utilização da linguagem criada no MIT, o Scratch, para que as crianças comecem desde cedo a perceber a lógica da programação e da criação digital. Pacientemente ao longo de cada ano lectivo, já vão cerca de quatro, a Teresa constrói com os seus alunos desafios e usa a máquina e a tecnologia para obter respostas e lançar novas perguntas. Acredita que o grande desafio dos professores é aprenderem mais rápido do que os alunos, pois só assim podem ajudar os alunos a também eles apreenderem mais rápido. Debate-se com os problemas de tantos professores, falta de tempo, espaço e recursos limitados, não, não é o pais do Tapscott. Mas ela está lá, todos os dias e eu bem gostava que os meus filhos estudassem com alguém assim.&lt;br /&gt;´&lt;br /&gt;P.S. - Este vídeo é uma reportagem realizada pela minha equipa no âmbito do projecto desenvolvido para a Portugal Telecom / Portal Sapo e que consistiu na criação do &lt;a href="http://kids.sapo.pt/"&gt;Sapo Kids&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3003277646543377331?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3003277646543377331/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3003277646543377331' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3003277646543377331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3003277646543377331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/07/porque-obama-deve-olhar-para-o-exemplo.html' title='Tapscott acredita que Portugal é exemplo para Obama - verdades e consequências'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3593215564519397015</id><published>2009-06-15T16:17:00.003+01:00</published><updated>2009-06-15T16:30:54.107+01:00</updated><title type='text'>Quando não sabemos ganhar ... temos de perder para voltar a vencer</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/RichardStJohn_2009U-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RichardStJohn-2009U.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=572" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/RichardStJohn_2009U-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RichardStJohn-2009U.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=572"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana dos feriados fui assistir ao terceiro torneio de ténis do meu filho de 12 anos. Entrou este ano na competição, está motivadíssimo, não falta um treino, gasta a televisão a ver todos os jogos que pode, toma notas empenhadamente num caderninho e acredito que os momentos mais felizes da semana são quando entra no court. Ficou em 5º lugar no primeiro torneio que jogou, venceu o 2ª torneio contra um jogador 3 anos mais velho e  foi assim que chegou a este 3º torneio, o primeiro fora de casa, jogando em St Julians. Como todas as mães e pais, não conheço melhor remédio para a ignorância mais profunda sobre um tema do que esse conhecimento ser importante para o nosso filho ou filha. E tem sido assim que tenho aprendido sobre ténis, ainda com muitas dúvidas sobre winner points, outs e aqueles diferenciais malucos que garantem ganhar finalmente uma partida.&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira, sentada ao lado da professora do meu filho, fui observando. O Miguel, assim se chama o meu tenista, tem boa condição física, lê bem a sua posição no terreno e, sobretudo, vive uma época de graça, de grande paixão pelo que faz. Tudo ajuda a que as coisas lhe vão correndo bem. Com um senão. O mesmo rapaz tenista que se desembaraça bem com adversários do mesmo nível, mas com menos técnica ou mesmo de nível superior, vai-se completamente abaixo ... quando está a ganhar. Estranho? Talvez não seja assim tanto. Numa das partidas deste torneio, aquela que o eliminou, a professora comentava baixinho: há pessoas que têm mais dificuldade quando ganham do que quando perdem. O meu filho é assim  - acusa a pressão de estar a ganhar, ao invés de quando perde que até come areia se for preciso. Espero, atendendo a que é ainda uma criança, que vá muito a tempo de se conhecer melhor e de se vencer a si mesmo. Porque não há pior adversário do que nós próprios.&lt;br /&gt;Hoje o Miguel faz anos e este vídeo, que é sobre empresas, gestão, mas sobretudo natureza humana, é também para ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3593215564519397015?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3593215564519397015/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3593215564519397015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3593215564519397015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3593215564519397015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/06/quando-nao-sabemos-ganhar-temos-de.html' title='Quando não sabemos ganhar ... temos de perder para voltar a vencer'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3332178538590622719</id><published>2009-06-09T00:31:00.004+01:00</published><updated>2009-06-09T13:09:57.617+01:00</updated><title type='text'>Piratas no Parlamento Europeu</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/TOOeS0I-AFI' name='movie'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Há coisas estranhas e esta é uma delas. Estou a escrever este post pela terceira vez. Nunca me tinha acontecido. Ontem ecrevi o posto original - e desapareceu. Hoje reescrevi o post, quis publicar e deu erro, garanti a gravação nos rascunhos e ... desapareceu. Decerto há uma explicação, quando mais não seja que o Google não morre de amores pelos Piratas da Internet, tema deste artigo.&lt;br /&gt;Mas vou reincidir, sabendo de antemão que quem escreve e reescreve perde sempre um ponto, algum ponto.&lt;br /&gt;Saímos de uma noite eleitoral sobre eleições na Europa em que, uma vez mais, se conseguiu a proeza de não falar de Europa. Os poucos que, meritoriamente, introduziram o tema foi tão somente para mostrarem que tinha sido um não tema.&lt;br /&gt;Mas, seguindo a máxima de Carl Sagan que a ausência de evidências não é a evidência da ausência, sabemos que a Europa continua lá, ou cá como preferirem.&lt;br /&gt;Uma notícia de um país dessa Europa, a Suécia, constitui um bpm ponto de partida para olharmos mais de perto para esse tema enigmático que é a pergunta: porque não votam os eleitores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1385599&amp;idCanal=11"&gt;O Partido dos Piratas, ligado ao "site" de troca gratuita de filmes e vídeos na Internet Pirate Bay conseguiu 7,1 por cento dos votos nas eleições europeias na Suécia, segundo resultados parciais, e irá então estar representado no Parlamento Europeu.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, na Suécia, vários milhares de eleitores deslocaram-se do conforto dos seus lares e da sua vidinha até a uma secção de voto para eleger os seus Piratas.&lt;br /&gt;Numa Europa em que, compreensivelmente, a maioria dos jovens entre os 18 aos 24 anos não esboça outro gesto que não de bocejo face ao tema eleições europeias, será importante perceber a idade destes votantes e talvez a partir daí enriquecer um pouco mais o debate.&lt;br /&gt;Em rigor, deveríamos sentir algum orgulho deste gigantesco bocejo com os jovens brindam a classe política. É verdade que amarga a nossa memória da história e da luta de outros que já foram jovens como eles pelo direito a votar, a participar, a decidir. Mas, à luz da História de hoje, não deixa de ser um sinal senão de inteligência, pelo menos de de uma capacidade residente de não-identificação com o produto em que a geração política actual insiste em transformar a nossa vida em comum, a noss vida pública. &lt;br /&gt;Em rigor, entre um jovem que despreza o debate europeu como se lhe é apresentado e os jovens da "juke box" do Paulo Rangel, como chamou Bruno Nogueira aos jovens "jotas" que se apressaram a fazer coro ao candidato vitorioso, colocando-se estrategicamente atrás do mesmo assim que as câmaras tv foram apontadas, alguém são de espírito pode ter dúvidas?&lt;br /&gt;Aliás, valham os humoristas no nosso debate político porque senão também não teríamos saído do ar genuinamente ensaiado com que a classe analisa a abstenção de mais 60% e a indiferença dos eleitores. Acreditam mesmo que estão a falar com as pessoas, acreditam que à excepção do capital "insatisfação" (com tudo e com todos) conseguiram passar mais alguma mensagem? Valha por isso também a análise de Ricardo Araújo Pereira, em papel de comentador SIC, quando aludia à vitória do PSD como uma espécie de Taça da Liga. Ele que até é um benfiquista. Mas aqueles jovens atrás de Rangel estavam sem dúvida inspirados num qualquer derby futebolístico. Podemos mesmo levar  a mal aos que bocejam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa notícia, se assim o quisermos ver, é que Carl Sagan tem razão. Não há evidência de ausência de Europa, mesmo que falte quase tudo para fazer regressar o debate político, Europa incluída, à vida das pessoas. A eleição do Partido dos Piratas traz-nos de volta ao dia-a-dia. E no dia-a-dia há pessoas preocupadas com a qualidade da sua vida online, onde todos passamos cada vez mais tempo, pessoas empenhadas em estar contra ou favor do uso livre/roubo de conteúdos na internet, e há um partido que chega assim ao Parlamento Europeu. Porque tem a ver com a vida das pessoas, o que independentemente da justeza das suas propostas - que merecem em si mesmas outro debate - é um dado fundamental para todos os que verdadeiramente querem debate político e cidadãos que exercem cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja-se o blogue dos Piratas e vejam-se sobretudo os comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vote or die...&lt;br /&gt;The 4-7th of june it's time for elections to the European parliament again. Some say it doesn't matter if you vote, some say it's just an election between a douche and a turd and all the politicians try to convice you that they all know whats best for you.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No matter what you think of the above, we have seen a lot of new very disturbing laws and directives from the EU these last years (telecom package, ipred, the data retention directive). Laws that each member country then are obliged to follow. So yes, it does matter who we elect! We at The Pirate Bay have our different political views and don't want to shove any politics down your throat, but we want you to vote! After all, it only takes a few minutes of your time. Please use the comments field below to explain how You will vote!&lt;br /&gt;http://thepiratebay.org/blog/156&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3332178538590622719?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3332178538590622719/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3332178538590622719' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3332178538590622719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3332178538590622719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/06/piratas-no-parlamento-europeu.html' title='Piratas no Parlamento Europeu'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6306613234508643374</id><published>2009-06-05T13:40:00.002+01:00</published><updated>2009-06-05T14:05:41.181+01:00</updated><title type='text'>Não queremos acreditar no que sabemos</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/YannArthus-Bertrand_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/YannArthus-Bertrand-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=561" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/YannArthus-Bertrand_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/YannArthus-Bertrand-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=561"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em todo o mundo milhões vão poder ver Home, o filme de Yann Arthus-Bertrand sobre o impacto que a actividade humana está a ter no planeta. Filmado ao longo de 3 anos, Home - ou Maison, como no seu francês original gosta de dizer - é uma "história fantástica da vida na Terra". Na sucessão de imagens, é o tempo que nos faz pensar. As montanhas, os rios, as plantas, estão cá há milhões de anos. Os humanos há não mais que meros 200 mil anos. E, no entanto, este é um filme sobre os homens. os homens no seu habitat. Os homens como causa primeira e fim última do debate sobre a vida no Planeta.&lt;br /&gt;São imagens captadas lá do alto - uma sequência lógica do trabalho fotográfico de Yann Arthus-Bertrand, com a série de fotografias "A Terra vista do Céu". Romanticamente ou talvez apenas humanamente, é irresistível pensarmos que também se trata de uma forma de termos um olhar divino, criador, sobre a vida no planeta.&lt;br /&gt;Um filme que procura mostrar que aquilo que nos une é bem mais forte do que aquilo que nos separa - e é por isso obrigatória uma visita ao site &lt;a href="http://www.6billionothers.org/index_en.php"&gt;6billionothers.org&lt;/a&gt;, onde o realizador-fotógrafo compila milhares de entrevistas, a milhares de pessoas em todo o mundo e não podemos deixar de ficar abismados com essa proximidade do que somos, do que nos marca, do que nos faz felizes.&lt;br /&gt;O filme foi distribuído gratuitamente, não tem copyright e é hoje, dia 5 de Junho, dia do Ambiente que poderá ser visto em todo o mundo&lt;br /&gt;"É tarde demais para ser pessimista. Somos todos parte da solução", diz Yann Arthus-Bertrand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Lisboa, Home pode ser visto hoje, 5 de Junho, às 21 h, na Praça Luís de Camões em Lisboa e estará em exibição nos vários cinemas ZON Lusomundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6306613234508643374?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6306613234508643374/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6306613234508643374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6306613234508643374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6306613234508643374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/06/nao-queremos-acreditar-no-que-sabemos.html' title='Não queremos acreditar no que sabemos'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6746273961311116229</id><published>2009-06-02T19:39:00.002+01:00</published><updated>2009-06-02T20:06:49.892+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dan Ariely'/><title type='text'>Previsivelmente irracionais ou porque por vezes achamos que não faz mal mentir e enganar</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/DanAriely_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanAriely-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=487" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/DanAriely_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanAriely-2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=487"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias do último ano sobre fraudes financeiras, gestores que enganam clientes e accionistas, processos pouco claros de relação com o mercado colocaram a questão ética na ordem do dia. A verdade, porém, é que se todos temos presente que é fundamental fazer um "back to basics" em termos de princípios de actuação, nem sempre, na realidade endurecida pela crise, essa orientação é facilmente seguida. Ser ético significa, tantas vezes, fazer aquilo que nos apetece menos.&lt;br /&gt;Há alguns dias, um membro da comunidade Linkedin colocava à consideração um artigo sobre um estudo em que 25% dos gestores afirmavam estar dispostos a subornar para ganhar um cliente ou um negócio. Ao comentar o artigo, referi que me parece difícil que se passe, num passo só, do estado "ético" ao estado de suborno. O que significa que no caminho deverão certamente ter existido passos intermédios e que algumas culturas organizacionais, em nome do pragmatismo, estimulam esses passos intermédios ... ficando depois muito espantadas quando alguém vai, como se costuma dizer, longe demais.&lt;br /&gt;lembrei-me então de um email que me tinha sido enviado há umas semanas sobre uma das TED Talks. Um economista do comportamento, Dan Ariely, fala nesta conferência sobre as nossas decisões previsivelmente irracionais. Como a de fazer batota. E, através do relato de várias situações e experiências, demonstra algumas evidências:&lt;br /&gt;1. Todos precisamos de olhar ao espelho e gostar de quem vemos (o que inclui não fazer batota)&lt;br /&gt;2. Mas se fizermos apenas um pouquinho de batota isso não muda radicalmente a nossa imagem (é um passo intermédio)&lt;br /&gt;3. Se alguém do nosso grupo fizer batota, torna-se mais fácil também para nós fazer batota (o que tem a ver com a cultura organizacional)&lt;br /&gt;4. Quanto maior foi a distância do objecto do dinheiro, mais fácil se torna fazer batota (daí que a Bolsa, pela sua imaterialidade, seja um território tão apetecível)&lt;br /&gt;5. Quando nos lembram dos princípios morais, fazemos menos batota (o que implica que a ética é uma coisa viva, do dia-a-dia e não uma palavra guardada nos grandes momentos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, vale a pena ouvir esta conversa, com momentos de grande diversão e que nos leva até àquele espaço recôndito do nosso cérebro onde decisões aparentemente irracionais encontram toda a legitimidade para serem assumidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6746273961311116229?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6746273961311116229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6746273961311116229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6746273961311116229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6746273961311116229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/06/blog-post.html' title='Previsivelmente irracionais ou porque por vezes achamos que não faz mal mentir e enganar'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4470587550896149399</id><published>2009-05-27T02:52:00.001+01:00</published><updated>2009-05-27T02:52:20.957+01:00</updated><title type='text'>Na era do desemprego, criar empregos que façam as pessoas felizes</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/jh7h7kDQtLI' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/jh7h7kDQtLI'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este senhor, Patrick Dixon, é um profissional do ânimo. É isso que ele tem para vender. Ânimo, frases convincentes, casos da vida que fazem pensar. E, na boa escola americana, é um orador enérgico, dinâmico e interactivo.&lt;br /&gt;Mas a verdadeira razão pela qual o vídeo vale a pena é outra. Talento, paixão, felicidade. Temas que se arriscam a entrar no clube da inovação - palavras que se usam por tudo e por nada, os famosos soundbytes que alguém ouviu alguém dizer que alguuém leu que alguém tinha escrito ... enfim, aquele círculo habitual das modas corporativas. Cujo único problema é, tantas vezes, ofuscarem com tanto barulho e show off os temas que em si mesmo são fundamentais e importantes para a vida das empresas e das pessoas.&lt;br /&gt;A paixão pelo que fazemos é hoje um tema importante na vida de todos nós. O trabalho no conceito que a Revolução Industrial trouxe até ao século XX transformou-se progressivamente noutra coisa que não apenas sustento e pay off. Claro que em tempo de crise, com muitas empresas a abusarem da máxima "dêem graças por terem emprego" esta ideia parece quase tão romântica quantos os contos de Dickens da famosa era industrial, mas a crise irá passar e depois dela, como já antes dela, esta mudança de paradigma irá manter-se e aprofundar-se.&lt;br /&gt;Hoje todos queremos fazer algo que gostemos de facto e que dê sentido ás 8-10-12 horas que tantas vezes passamos "no trabalho". E essa deve ser uma boa notícia para todos, patrões e empregados. É sobretudo uma boa notícia porque vai obrigar, também finalmente, a rever o conceito de "patrão" e de "empregado". É aqui que entra a igualmente na moda palavra talento. Talento é tão somente algo que fazemos bem, particularmente bem nos casos em que somos  de facto muito bons. Os "vendedores" de talento  antecipam uma geração inteira de talentosos - o reality check será um pouco diferente no mínimo. Hoje como ontem, uns terão garantidamente com muito talento, outros algum e outros nenhum. A novidade é que todos estão hoje empenhados em encontrar aquele algo que fazem melhor e que os pode fazer sentir melhor no desempenho do seu "trabalho" e na sua vida em sociedade.&lt;br /&gt;E essa é, sem dúvida, uma dimensão entusiasmante do mundo em que vivemos. A má notícia está nos números: não há emprego para muitos e bons empregos, empregos que façam as pessoas felizes, menos ainda. Estaremos condenados, uma vez mais, à lei de Darwin ou seremos nós capazes de inventar uma nova evolução?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4470587550896149399?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4470587550896149399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4470587550896149399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4470587550896149399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4470587550896149399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/05/na-era-do-desemprego-criar-empregos-que.html' title='Na era do desemprego, criar empregos que façam as pessoas felizes'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-8936479999624534554</id><published>2009-05-11T14:14:00.001+01:00</published><updated>2009-05-11T14:14:04.063+01:00</updated><title type='text'>É mais fácil manter o carácter do que recuperá-lo</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/5mDi49Qj1xk' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/5mDi49Qj1xk'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ética é uma palavra essencial. Não apenas para os negócios, não apenas para as empresas ou para os gestores. Essencial para todas as dimensões que envolvem a condição humana. &lt;br /&gt;O filme "The International" em exibição nos nossos cinemas traça uma história de crime organizado à escala global. Muitos verão o filme e pensarão que são "coisas que acontecem lá fora". Não sendo propósito discutir, não neste post, se a corrupção e a intimidação mudam de nome por serem maiores ou mais pequenas, há um sentimento de impunidade  que nos incomoda a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eram todos eles nos bancos da escola?  Estas pessoas que em pequena ou grande escala manipulam interesses e condicionam efectivamente uma imensa maioria. Todos chamaram pela mãe a meio da noite e levaram reguadas da professora? O que condicionou crianças a tornarem-se adultos cegos por poder e controlo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade que podemos mais temer é que todos nós podemos ser esses pequenos homens e mulheres que tanto odiamos quando vimos na tela. É o poder que nos molda ou somos nós que lhe ditamos uma natureza? O dinheiro, é sabido, é um bom servo e um mau senhor, mas onde pára a legítima ambição e começa a cegueira impune?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o leão mata, o chacal é quem lucra. A frase é de uma crueza notável e certeira. É que o leão mata para viver, para alimentar os seus, para, de acordo com a sua natureza, manter a sustentabilidade do seu clã. A matança é legitimada assim. O chacal espera e deleita-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ética é cultura. É conhecimento do bem e opção deliberada. temos de ser cultos se queremos ser livres. A virtude é uma palavra fora-de-moda, mas cheia de humanidade. Na prática, importa a vontade para fazer bem e a competência para fazer bem. E, não é prémio de consolo, tenhamos pena daqueles que não dominam esse conceito. E, por via das dúvidas, levemos a sério as palavras de um dos personagens do The International: é mais fácil m,anter o carácter do que recuperá-lo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-8936479999624534554?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/8936479999624534554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=8936479999624534554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8936479999624534554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8936479999624534554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/05/e-mais-facil-manter-o-caracter-do-que.html' title='É mais fácil manter o carácter do que recuperá-lo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5795276190545479863</id><published>2009-05-05T01:39:00.002+01:00</published><updated>2009-05-05T01:40:07.487+01:00</updated><title type='text'>As pessoas que estão no topo não trabalham apenas mais ou mesmo muito mais que os outros. Trabalham muitíssimo e muitíssimo mais</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/5B8q-GNUjVI" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/5B8q-GNUjVI"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É preciso toda uma aldeia para criar uma criança. O provérbio é de sabedoria antiga, mas o último livro de Malcolm Gladwell trouxe-lhe não apenas uma roupagem contemporânea, mas uma solidez intelectual e prática que nos obriga a reflectir e, assim o saibamos, a agir. "Outliers", o mais recente livro do jornalista do New York Times, propõe-nos uma viagem através dos tempos e das sociedades com o propósito de compreendermos a história do sucesso. Não se trata de um percurso expositório ou de uma narrativa consumada; pelo contrário, é sempre um desafio ao nosso devir e às nossas certezas presentes. Começando pela mais óbvia e generalista de todas em matéria de sucesso: aquela que nos faz acreditar que o sucesso chega aos eleitos, pessoas à letra extra-ordinárias, proprietárias de talentos ou dons que as distinguem dos comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreve o autor:&lt;br /&gt;"Durante quase toda uma geração, psicólogos em todo o mundo envolveram-se num animado debate em torno de uma questão que a maioria de nós consideraria estar já resolvida há muitos anos.&lt;br /&gt;A questão é esta: haverá algo que possa ser considerado um talento inato? A resposta óbvia é sim. (...) A realização é o talento mais a preparação. O problema desta perspectiva é que quanto mais os psicólogos examinam a fundo as carreiras do dotados, menor o papel que parece desempenhar o papel inato e maior o contributo da preparação."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daqui, somos levados pela mão e entramos no universo de Bill Gates, dos Beatles, de Robert Oppenheimer, dos grandes advogados judeus de Wall Street e dos camponeses dos arrozais do Sul da China. Que têm muito mais em comum do que possamos imaginar, sobretudo quando os avaliamos na perspectiva do sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De regresso ao autor:&lt;br /&gt;"... as pessoas que estão mesmo no cume não trabalham apenas mais ou mesmo muito mais que os outros. Trabalham muitíssimo e muitíssimo mais.&lt;br /&gt;Esta ideia – de que a excelência numa actividade complexa exige um nível mínimo e crucial de prática – reaparece continuamente em estudos sobre perícia. De facto, os investigadores chegaram àquilo que consideram ser o número mágico da verdadeira proficiência: dez mil horas.&lt;br /&gt;(...) o retrato resultante de tais estudos é de que são necessárias dez mil horas de prática para se conseguir um nível de mestria correspondente a ser-se um perito de nível mundial – seja no que for (...) Estudos atrás de estudos, sobre compositores, basquetebolistas, escritores de cãoção, patinadores de gelo, pianistas de concerto, xadrezistas, criminalistas e o que se quiser, este número aparece reiteradamente. (...) Aparentemente, o cérebro necessita deste período de tempo para assimilar tudo o que é preciso saber para se atingir a verdadeira mestria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática não é o que se faz quando se é bom. É o que se faz para nos tornarmos bons.&lt;br /&gt;E aqui o papel de pais, professores, patrões e todo o legado cultural que herdamos de quem nos antecedeu e que depositamos em quem nos seguirá é absolutamente determinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Gladwell é um extraordinário elogio do trabalho. Numa época em que as vozes mais sensatas apelam a que se repensem valores para que possamos efectivamente mudar e melhorar, vale a pena pensar nisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5795276190545479863?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5795276190545479863/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5795276190545479863' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5795276190545479863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5795276190545479863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/05/as-pessoas-que-estao-no-topo-nao.html' title='As pessoas que estão no topo não trabalham apenas mais ou mesmo muito mais que os outros. Trabalham muitíssimo e muitíssimo mais'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1644888959635544128</id><published>2009-04-24T19:37:00.004+01:00</published><updated>2009-04-24T19:43:03.283+01:00</updated><title type='text'>Porque hoje é sexta-feira - Abençoados os que sobre-vivem (o hífen não é por acaso)</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/mShCPwchGqc" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/mShCPwchGqc"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apresentação da 1ª turma de finalistas do Magellan MBA decorreu na semana que passou, na EGP-UPBS. Belmiro de Azevedo nivelou, sempre por alto como é seu hábito, as expectativas e os desafios que esperam os recém-MBA no mundo real e teve lugar uma apresentação em vídeo de cada um dos alunos, resumindo em 1 minuto quais as suas principais qualidades e objectivos profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fechar, um debate que juntou à mesa o CEO da Cisco, Carlos Brazão, o CEO da Wipro, António Murta e que foi moderado pela sempre assertiva e atenta jornalista Luísa Bessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O formalismo dos debates não poderia ter sido mais rapidamente desfeito do que com este vídeo que Carlos Brazão tratou de colocar no ar logo a abrir.&lt;br /&gt;Estes somos nós, ou estes somos também nós. Homens e mulheres, gente que tem medos, que arrisca, que hesita, que aposta, que é séria, mas que tem sentido de humor. Gente que sobrevive.&lt;br /&gt;Há pouco tempo ofereci a uma amiga que fez 40 anos, essa idade outrora emblemática e hoje pouco definida, uma prenda por causa de uma frase: "Future is what remains". Ou, se preferirem, o futuro é dos que continuam o que também quer dizer que sobrevivem, no melhor dos sentidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Espero que se divirtam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. - O tema da conferência não fica por aqui. Carlos Brazão e António Murta deram um verdadeiro show de gestão "terra a terra" e vamos voltar a eles aqui no Videonomics.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1644888959635544128?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1644888959635544128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1644888959635544128' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1644888959635544128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1644888959635544128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/porque-hoje-e-sexta-feira-abencoados-os_24.html' title='Porque hoje é sexta-feira - Abençoados os que sobre-vivem (o hífen não é por acaso)'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5269208878624718866</id><published>2009-04-22T10:08:00.001+01:00</published><updated>2009-04-22T10:08:22.203+01:00</updated><title type='text'>Dia da Terra - why business has to make life better</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/gP8Frk2VidQ' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/gP8Frk2VidQ'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5269208878624718866?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5269208878624718866/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5269208878624718866' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5269208878624718866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5269208878624718866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/dia-da-terra-why-business-has-to-make.html' title='Dia da Terra - why business has to make life better'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1111513121228333503</id><published>2009-04-17T15:31:00.002+01:00</published><updated>2009-04-18T19:13:58.695+01:00</updated><title type='text'>Sobre amadores e campeões</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/DwkL0OMG0YE" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/DwkL0OMG0YE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já se escreveu quase tudo sobre Tomaz Morais, os Lobos, e a estória de liderança que permitiu a um grupo de amadores sem dinheiro chegar aos grandes palcos da modalidade. Portanto, lapso meu, que ainda não tinha ouvido, ao vivo, o seleccionador nacional de rugby.  Uma lacuna resolvida mediante o acompanhamento que o Videonomics está a realizar, entre 16 e 17 de Abril, ao Fórum RH 2009. Como foi a primeira vez que assisti a uma palestra de Tomaz Morais, não sei se nestes eventos para os quais tem sido solicitado ele é mais igual do que diferente ou o inverso. Mas sei que para mim, estreante, existiram coisas novas e coisas que constituem excelentes pistas para várias realidades das empresas e cada um de nós enquanto gestor da sua própria vida.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“A liderança acontece quando a equipa vai comigo para a guerra. Mas eu não sou sempre líder, porque não se trata de uma função. Posso ser líder neste momento e não o ser no momento seguinte”&lt;/span&gt;. Já todos fomos certamente liderados e muitos de nós, se não todos também, já lideraram em algum contexto. E de facto “ir para a guerra com alguém” é o melhor testemunho de mobilização e de capacidade de influenciar que se pode ter. Mas ninguém é super-homem, as equipas não são iguais, os contextos não são iguais, nós não somos sempre iguais. Entender a profunda humanidade do acto de liderar é o princípio primeiro, passe o pleonasmo, de exercitarmos esse músculo invisível da motivação. Que começa em nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“O adversário é a melhor coisas que nos pode acontecer. Porque nos obriga a dar o melhor de nós próprios. Muitas vezes o problema é que estamos mais preocupados em eleger um adversário dentro de casa, dentro da nossa própria equipa, do que lá for a. Se nos concentrarmos no adversário real, as nossas possibilidades sobrem significativamente”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Esta é a triste novela de tantas empresas, equipas e projectos. Excelentes ideias, óptimas pessoas, resultados desastrosos ou pelo menos aquém do que poderiam ser pela simples razão que a energia foi gasta a combater homem a homem dentro de casa, deixando campo livre ao adversário.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“Um líder para ser líder tem de despertar a curiosidade. As pessoas têm de sentir que têm algo de novo a aprender ou para fazer com ele, têm de estar interessadas no que tem para lhes trazer. Se tenho jogadores a olhar para o chão enquanto falo estamos mal. Ganha-se olhos nos olhos e ninguém motiva ninguém por email”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Gerir pessoas é cansativo e trabalhoso. Podemos usar todos os chavões da gestão e, no fim do dia, continuará a ser cansativo e trabalhoso. Mas só conseguimos ganhar com as pessoas a irem para a guerra connosco e as pessoas só vão para a guerra com alguém que conhecem, acreditam e com quem estabelecem contacto, emocional, pessoal. Gerir à distância, gerir pelos manuais, gerir por interposta pessoa é o pior dos erros. E aquele que nos impede de, depois de muito trabalho e algum cansaço, dizer na hora da vitória que, apesar de tudo, as pessoas continuam a ser o melhor do mundo.&lt;br /&gt;Tomaz Morais falou ainda das decisões por intuição. Aquelas em pensamos sem pensar e que, culturalmente, foram injustamente desvalorizadas em décadas de pensamento analítico. Felizmente também aquelas que o avanço da neurociência nos tem vindo a mostrar são tão válidas senão mais válidas do que as apoiadas em números e factos. O que o nosso cérebro intui sem ter de analisar tem um valor precioso. Ler Damásio e Gladwell ajuda, por vias diferentes, a perceber porquê. Mas há que ter coragem de decidir por intuição. Como Tomaz assume que faz quando chega a hora de escolher quem vai entrar em campo.&lt;br /&gt;Por último, e poderia vir em primeiro, estão os nossos valores. Aquilo em que realmente acreditamos. Vários excelentes profissionais, alguns deles gestores e líderes de equipa, em determinado momento foram vencidos pela manipulação e pelo jogo for a de campo. Acontece, desmoraliza, mas é um facto da vida. Outros profissionais, igualmente excelentes, são vencidos por uma unha negra, um erro de cálculo ou simplesmente porque o adversário era de facto melhor. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“Podemos perder o jogo por um ponto, mas temos sempre hipótese de ganhar o próximo se não perdermos os nossos valores, aquilo em que acreditamos”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Quem em nada acredita, mesmo quando ganha, continua a ser apenas e tão somente isso mesmo: uma peça que funciona, mesmo que nas regras erradas. Para os outros todos, que acredito são a maioria de nós, vale a frase que Tomaz Morais dirige aos treinadores adversários quando perde o jogo: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;“para a próxima é nossa”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1111513121228333503?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1111513121228333503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1111513121228333503' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1111513121228333503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1111513121228333503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/sobre-amadores-e-campeoes.html' title='Sobre amadores e campeões'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5381021829273544629</id><published>2009-04-17T15:29:00.001+01:00</published><updated>2009-04-17T15:29:47.143+01:00</updated><title type='text'>Santos e Gestores</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/EDVSvgplo_0' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/EDVSvgplo_0'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As organizações do 3º sector estão cheias de santos. Mas ser santo não chega para fazer o bem e é por isso que a profissionalização da responsabilidade social deve ser uma prioridade. E os santos devem procurar gestores que os ajudem a fazer o bem de forma eficiente. Com a clareza que a caracteriza, Isabel Jonet, do Banco Alimentar, disse-o assim, com as letras todas, no Fórum RH 2009 que hoje e amanhã decorre no centro Cultural de Belém. É difícil ficar indiferente quando se ouve esta senhora falar. Não se trata apenas de ter obra feita. É, antes de qualquer outra coisa, uma abordagem absolutamente convincente de não-deslumbramento com capacidade de sonhar. Que, como é bom de se ver, não são opostos, pelo contrário. “Tem de existir equilíbrio no que se faz. Não faz sentido ver acções de voluntariado com senhores muito bem vestidos, de fato e gravata, bom relógio, a saírem de excelentes BMW ... na Cova da Moura. Não é pelo carro ou pela marca ... é o desequilíbrio dessas situações”. Que, como acabaria por acrescentar, não são exclusivas da exibição material em contexto de pobreza. Também os jovens, com a energia que lhes é própria, muitas vezes estão em “des”-contexto. “Muitas vezes as pessoas querem mudar o mundo à sua maneira, sem olhar à cultura da organização ou do meio”. A mesma cultura que fez, por exemplo, com que recusasse uma campanha de publicidade proposta ao Banco Alimentar, tecnicamente muito boa, mas em contra-valor com a forma como a organização actua e se posiciona. “As nossas campanhas sempre se centraram nos voluntários. É assim que nos queremos apresentar. Não temos o direito de usar os pobres como tema de marketing”.&lt;br /&gt;Num ano em que todos os orçamentos são curtos, Isabel Jonet não pestaneja quando diz que “a principal responsabilidade social das empresas é manter o emprego; porque se houver mais desempregados há mais pobreza”.  Já o Estado, recomenda, deveria prestar outro tipo de atenção ao 3º sector: “este é um Estado cego que não premeia as boas práticas. Já é tempo de existir uma certificação das organizações do 3º sector, porque este não é mais um mercado onde o importante é ganhar dinheiro”.&lt;br /&gt;Isabel teve uma audiência comovida e incomodada, como alguns dos presentes não se inibiram de confirmar. Estas coisas incomodam, de facto, sobretudo porque a crise que vivemos torna impossível que não nos lembremos, mesmo que apenas de vez em quando, que há que fazer mudanças. “O único elemento que pode mudar as sociedades é o ímpeto dos jovens ... não devemos ter medo dos novos; devemos aprender com eles e estar dispostos a ensinar o que já sabemos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5381021829273544629?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5381021829273544629/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5381021829273544629' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5381021829273544629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5381021829273544629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/santos-e-gestores.html' title='Santos e Gestores'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5131518838157188918</id><published>2009-04-16T21:45:00.001+01:00</published><updated>2009-04-16T21:45:22.041+01:00</updated><title type='text'>Everywhere you go, you always take the weather with you</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/uIb6I8gtgtw' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/uIb6I8gtgtw'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lembram-se da música?&lt;br /&gt;Parece demasiado ligeiro lembrarmo-nos de uma pop quando o tema são alterações climáticas, mas a frase deste refrão é certeira. Ninguém escapa. Logo, tem mesmo de ser uma prioridade porque não temos como nos esconder do clima e a dimensão do problema é, de facto, planetária e não meramente um problema isolado ou localizado.&lt;br /&gt;Antes de falar da conferência BES – Futuro Sustentável que este ano trouxe a Portugal Rajendra Pachauri, prémio Nobel da Paz em parceria com Al Gore e presidente do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), sinto que o tema exige um disclosure. Não sou uma ambientalista nata. Porque gosto de me mobilizar, durante algum tempo senti-me defraudada comigo própria pelo pouco entusiasmo que o “discurso verde” me suscita. A reconciliação comigo mesma e a consequente capacidade de mobilização para um tema que, seja numa versão maximalista ou minimalista é seguramente incontornável, só aconteceu quando me recordei da minha relação com a ciência. Sempre fui boa aluna e sempre tive curiosidade por saber mais. Durante anos hesitei entre as ciências sociais e humanas. Em certa altura desabafei com um professor de biologia que já não aguentava mais ter de saber detalhes sobre a reprodução das plantas ou estômago dos coelhos. Não me conseguia mobilizar. O professor que era experiente e que já me ensinava há 2 anos não se mostrou minimamente melindrado com a confissão e tratou de me animar: “deixa lá, para o ano o animal que estudamos é o  ser humano”. Percebi nessa altura, com cerca de 12 anos, que o meu foco de interesse estava nas pessoas e que só através delas me conseguiria interessar pelo meio ambiente. E na sustentabilidade, mesmo para aqueles que como eu são mais insensíveis aos documentários sobre a natureza, há um bottom line que nos toca a todos: isto tem a ver com o nosso futuro enquanto gente, enquanto espécie e essa é uma razão egoísticamente inadiável para que tudo o resto se torne prioritário.&lt;br /&gt;“A humanidade não se encontra num cruzamento, onde tem de optar entre virar à esquerda ou à direita. A humanidade está, neste momento, à beira do precipício e a questão que se coloca é saber se consegue ou não inverter a marcha e evitar cair”. Rajendra Pachauri, o Nobel vegetariano que logo no início da conferência nos lembrou que são precisos 10 quilos de cereais para produzir 1 quilo de carne, colocou o problema das alterações climáticas com este nível de urgência. O mesmo que o leva a defender que só criando uma “sociedade sóbria” onde os recursos são valorizados e o consumo reduzido poderemos evitar essa atracção do abismo até ao desfecho final.&lt;br /&gt;Durante cerca de 1 hora, Pachauri desfilou um conjunto de estatísticas que já ninguém pode dizer que não conhece. 1,2 mil milhões de pessoas a viver com menos de 1 dólar por dia no mundo, 1,6 mil milhões de pessoas a viverem sem acesso á electricidade, 700 milhões de pessoas a viverem sem acesso a água (número que pode ascender a 3 mil milhões em 2025), crescimento populacional, urbanização, aumento do consumo de carne, cereais e lacticínios decorrente da entrada de países como a China e a Índia no padrão de consumo ocidental, aumentos previstos da temperatura média entre 1,8ºC e 6,4ºC (sendo que basta um aumento entre 1,5ºC e 2,5ºC para que aconteça a extinção de 20 a 30% das espécies actuais). &lt;br /&gt;Com o aumento da temperatura e a subida do nível das águas, o Ártico, África, as ilhas pequenas, América Latina e o sul da Ásia são regiões especialmente afectadas. O fardo do homem branco vira-se agora do avesso. O rico hemisfério Norte prevalece como “zona protegida” da primeira frente da intempérie climática/ambiental, mas não escapa às consequências humanas de grandes fluxos migratórios, pressão sobre a terra e consequências inevitáveis na vida das sociedades. A sustentabilidade, como já sabia o meu professor de ciências, atravessa toda a cadeia. Tem a ver com os bichinhos, com as plantas, com o ar, mas inexoravelmente bate sempre à porta do destinatário homem.&lt;br /&gt;Uma sociedade mais sóbria. Menos consumo. Menos lixo. Melhor energia. Uma nova ideia do que significa bem-estar. Foi disto que Rajendra Pachauri veio falar a Lisboa. O que é que se faz quando estamos à beira do precipício? &lt;br /&gt;Trava-se – mas não chega. É mesmo preciso fazer inversão de marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5131518838157188918?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5131518838157188918/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5131518838157188918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5131518838157188918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5131518838157188918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/everywhere-you-go-you-always-take.html' title='Everywhere you go, you always take the weather with you'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5673350259878739983</id><published>2009-04-07T01:47:00.002+01:00</published><updated>2009-04-07T01:49:51.962+01:00</updated><title type='text'>Quantos dias de sol teve no último mês?</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/OcCv_2lE4lM" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/OcCv_2lE4lM"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faça  você mesmo o teste. Pense no último mês e escreva num papel de quantos dias de sol se lembra. Depois compare a sua resposta com a tabela meteorológica desse mesmo mês. Se há mais sol na sua vida do que nos registos do clima, está provavelmente no grupo das pessoas que se consideram satisfeitas com a vida que têm. Como os dinamarqueses, por exemplo. Se, pelo contrário, o sol que chegou até si nos últimos 30 dias é inferior ao sol real do local onde vive, não está assim tão satisfeito e tem algumas probabilidades de ser português e lisboeta. &lt;a href="http://www.gallup-europe.be/about/team.htm"&gt;Robert Manchin&lt;/a&gt;, director da Gallup Europe e autor do estudo “Soul of the city – Perceptions on Lisbon”, fechou assim com chave-de-ouro a sua apresentação na conferência sobre qualidade de vida no âmbito da iniciativa &lt;a href="http://www.intec.org.pt/confqvm2009/"&gt;Os Melhores Municípios para Viver&lt;/a&gt;, dinamizada pelo INTEC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da Gallup sobre o capital emocional das cidades revela uma Lisboa onde as pessoas não têm níveis de envolvimento com a cidade. Uma cidade, por isso mesmo, menos feliz do que podia e merecia ser. Se associarmos a estes dados, o facto de que o principal factor de atracção das pessoas às cidades é a sua projecção no futuro, fica ainda mais evidente a urgência de criar uma nova “alma” para Lisboa. O que o estudo de Manchin mostra é que, sobretudo no que respeita às classes criativas – cada vez mais um alvo preferencial das cidades – imaginar o futuro é o principal elemento de atracção. E é por isso que Berlim, uma cidade com problemas de emprego e com uma integração recente, está no mapa das cidades favoritas destas classes criativas: quem lá está ou quem se sente atraído pela cidade olha com optimismo para a sua evolução nos próximos anos e acredita que será um melhor local para viver. Barcelona é o exemplo de uma cidade com a qual as pessoas têm um nível de envolvimento emocional completo, Londres está na graduação de “bom envolvimento” e o Porto é avaliado como uma cidade em processo de “descolagem”. Lisboa não tem simplesmente envolvimento emocional – está desligada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressando a Lisboa. Os lisboetas até gostam da cidade. 45% afirmam que a cidade está a ficar melhor e 82% querem continuar a viver na capital portuguesa. Porém, quando se colocam questões mais do foro experiencial, os resultados não são assim tão animadores. Por exemplo, pergunta-se aos inquiridos de várias cidades se tinham vivido algo muito divertido no dia anterior. Em Toronto, 88% responde que sim, em Londres 75%. Lisboa não passa dos 58%. Pior quando a pergunta é “Ontem aprendeu alguma coisa interessante?”. Londres também desce para 55%, mas Lisboa vai aos 48%.&lt;br /&gt;Ganhamos no sorriso: 71% dos lisboetas sorriu – ou mesmo riu! – no dia de ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Talento, inovação e criatividade foram, desde sempre, os elementos constituintes da alma das grandes cidades”, afirmou Robert Manchin. A satisfação de cada um com a vida que tem é historicamente baixa em Portugal. Não é produto do momento, tem sido uma linha de continuidade na vida dos portugueses. Somos igualmente um pais em que os dados mostram uma correlação entre dinheiro e felicidade fazendo jus ao dito popular “dinheiro não traz felicidade mas ajuda muito”. Encontrar outras razões para ser feliz, que não aquelas que decorrem do dinheiro, é por isso um tema cada vez mais na ordem do dia. A qualidade de vida, cuja construção não passa exclusivamente pela monetização, é por isso uma das apostas estruturais de mudança e alguns dos melhores municípios para viver, como Angra do Heroísmo, Santo Tirso, Albufeira, Portimão, Funchal, Cartaxo e São João da Madeira trouxeram excelentes ideias de como tornar paradigmas em realidades de todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5673350259878739983?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5673350259878739983/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5673350259878739983' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5673350259878739983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5673350259878739983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/04/quantos-dias-de-sol-teve-no-ultimo-mes.html' title='Quantos dias de sol teve no último mês?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-9061770900855184916</id><published>2009-03-29T22:56:00.001+01:00</published><updated>2009-03-29T22:56:53.210+01:00</updated><title type='text'>"A parte criativa da inovação é demasiado perigosa"</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/rcs6v3C3n8I' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/rcs6v3C3n8I'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na edição de sábado, 28 de Março de 2009, José Vítor Malheiros entrevistou no PÚBLICO Gordon Torr, que durante mais de 20 anos foi director de criatividade da J. Walter Thompson e antes disso, talhante, professor de liceu e jornalista (não necessariamente por esta ordem).&lt;br /&gt;Gordon Torr começa por se afirmar desiludido cada vez que liga a televisão ou abre jornal. Diz que o conhecimento existente e os recursos tecnológicos deveriam estar a gerar uma verdadeira era de ouro na criatividade multimédia e isso não acontece. Que o YouTube tem volume, mas não tem qualidade. E que, por paradoxal que possa parecer, a “culpa” deste estado das coisas pode estar no endeusamento da criatividade (tal como da inovação) que, na realidade, se traduz na sua banalização.&lt;br /&gt;E este é um ponto muito interessante de se discutir. O especialista de criatividade não acredita que todas as pessoas sejam igualmente criativas ou que possam, desde que estimuladas e/ou ensinadas, ser igualmente criativas. E esse tem sido um discurso recorrente nos últimos anos, como parte da construção de uma sociedade de inovação e criatividade. Ou seja, para termos mais e mais recursos criativos, transformamos a criatividade numa commoditie acessível a todos. Fará isto sentido?&lt;br /&gt;Diz Torr: “As empresas não gostam de inovação. A cultura empresarial detesta mudança seja de que tipo for e toda a criatividade é mudança”. Honestamente, alguém pode discordar em absoluto? Generalizações e episódios são perigosos na justa proporção, mas não resisto a contar brevemente a estória do “funcionário” cinzento – que toda a vida será funcionário cinzento – mas que um dia por bons ofícios numa grande empresa recebe como prémio coordenar ... uma equipa de criativos. E se no capítulo coordenação, a nomeação poderia ter tropeçado na competência, a realidade é que à semelhança de tantos outros, uma vez nomeado, o “funcionário” acha-se ele próprio um criativo e começa a ter ideias que são, como todos também sabemos, o mais fácil de se ter. Difícil é que façam sentido, sejam consequentes e sobretudo signifiquem algo de novo para alguém –no caso das empresas, o público a quem se destinam.&lt;br /&gt;Regressando à entrevista de Gordon Torr: “A inovação que as empresas gostam é acrescentar uma quinta lâmina na máquina de barbear. E a grande inovação do ano que vem será acrescentar uma sexta lâmina. Não é criatividade, não tem nada a ver com criatividade. As empresas tentam ter inovação sem criatividade. Porque a parte criativa da inovação é demasiado perigosa”.&lt;br /&gt;Tanto mais perigosa, quanto os “tipos” com ideias diferentes podem ser, e são na maior parte das vezes, ameaçadores para a maior parte das organizações – “as nossas empresas não conseguem aceitar as pessoas mais inconformadas, as que resistem à autoridade”. &lt;br /&gt;Podemos nos conformar com isto? Podemos deixar que os nossos melhores cérebros se percam no mundo empresarial por inaptidão para construir um percurso numa lógica empedernida de carreira e obediência? &lt;br /&gt;Torr fala atambém de um trabalho realizado – “the ten year wait” que evidencia que  artistas, músicos, pintores  cientistas fazem o seu melhor trabalho depois de terem trabalhado numa determinada área durante 10 anos. As empresas não têm esse tempo – os ciclos são curtos, curtíssimos, correspondem aos famosos prémios dos anos fiscais ou, nas vistas um pouco mais largas, à duração de um mandato de gestão.&lt;br /&gt;O xadrez fica ainda mais  complicado quando se soma o factor incentivo. Para muitas organizações, atirar dinheiro a um problema continua a ser a forma de ter resposta. Problema! É que os mais diversos estudos mostram de que dinheiro é importante, claro que sim, mas vem depois de coisas que não custam dinheiro mas atitude: desafios, flexibilidade, continuidade nos projectos. Imagine-se só! Sem gastar um tostão podiam motivar-se engenheiros, professores, artistas, cientistas a dar o seu melhor.&lt;br /&gt;Um nota mais para um tema que António Câmara abordou de forma muito concreta numa conferência proferida no Instituto Superior de Gestão. Dizia ele que o nosso sistema de ensino está focado em encontrar solução para problemas. Paralelamente, por norma, não se gosta nem um bocadinho daqueles que criam problemas. E essas são pessoas fundamentais, as que criam de facto novos paradigmas por identificarem situações antes de acontecerem e permitirem providenciar soluções antecipadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“... o Tim Berners-Lee não estava a tentar resolver um problema quando inventou a World Wide Web. Nem lhe tinham pedido para inventar a Web. Quando ele mandou uma nota ao seu chefe com as suas primeiras ideias sobre a Web, o chefe respondeu-lhe com outra nota: ‘vago, mas interessante’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-9061770900855184916?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/9061770900855184916/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=9061770900855184916' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/9061770900855184916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/9061770900855184916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/parte-criativa-da-inovacao-e-demasiado.html' title='&amp;quot;A parte criativa da inovação é demasiado perigosa&amp;quot;'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6569693777911306491</id><published>2009-03-29T21:52:00.001+01:00</published><updated>2009-03-29T21:52:32.198+01:00</updated><title type='text'>Proteínas, vitaminas e outras estórias da economia do mundo</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/uKnMDqTr_mk' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/uKnMDqTr_mk'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Há casualidades felizes e esta foi uma delas. Ontem cheguei de Londres e em cima da mesa de cabeceira encontrei um livro comprado há algum tempo e que estava na lista daqueles, que infelizmente são bastantes, que ainda não foram lidos e quase não manuseados. “Alimentação saudável, alimentação segura”, da professora Isabel do Carmo, foi decerto comprado num daqueles acessos, frequentes nas mulheres, de tenho-de-perder-5-quilos. Pelo título e pela autora, foi porventura um dos acessos racionais o que se poderia traduzir em “tenho-de-aprender-a-comer-como-deve-de-ser-para-perder-5-quilos” e não “tenho-de-perder-5-quilos-numa-semana”.&lt;br /&gt;O que importa, na realidade, é que o livro é muito mais do que isso. Uma verdadeira abordagem holística ao mundo dos alimentos que nos leva numa viagem pela história, economia, religião e politica para assim nos fazer compreender o valor e significado do que comemos.&lt;br /&gt;Alguns exemplos da sua extraordinária contemporaneidade com os temas da economia internacional. Sobre a soja. A soja é o cereal mais cultivado nos Estados Unidos cujo marketing tratou de lançar eficientemente como produto de consumo. Como o fez? Associando a soja a um estilo de vida oriental, new age e colando dessa forma o alimento a uma dieta saudável e equilibrada. Particularidade: nos anos 60, a Índia cultivava 0% (zero!) de soja. Em contrapartida cultivava hectares e hectares de flor de mostarda a partir do qual é produzido o óleo de mostarda. Em 1998, a mesma Índia já cultivava 6 milhões de hectares de soja e tinha reduzido para metade a produção de mostarda. Nesse mesmo ano, em Julho é anunciada a importação no Rajasthan de 1 milhão de toneladas de soja. Dois meses depois, em Setembro, uma tragédia mata 41 pessoas e afecta outras 2300 por causa do consumo de mostarda. A tragédia chamava-se hidropisia e atingia fígado, rins e pulmão e morte por insuficiência cardíaca. Mulheres de vários bairros indianos criaram movimentos para defender a produção local de mostarda face à soja e a associação de produtores do Rajasthan insistiu na existência de conspiração. Como diz a professora Isabel do Carmo, à Índia e a à China “inventaram-lhes” a soja e hoje a percepção da sua orientalidade é para muitos um dado adquirido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudando de continente e de factoide, vamos ao porco. Curiosamente transformado pela história dos alimentos em símbolo de união de muçulmanos, judeus e cristãos. Quem diria! Para os dois primeiros trata-se desde o princípio dos tempos de um animal impuro e o papa Gregório III declarou, séculos mais tarde, igual sentença para os católicos. A culpa não é do bicho, está bom de se ver, cuja carne é bem gostosa, mas sim da triquinose, um parasita passível de liquidar a 70ºC de temperatura..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta à história, chegamos à génese do pão. O primeiro cereal cultivado foi o sorgo que ainda hoje mata muita fome em terras esquecidas. Na China era cultivados desde 2800 .c.. O trigo era colhido desde a revolução neolítica por chineses e depois egípcios mas terão sido os sírios os primeiros a plantar a sua semente. O Antigo Egipto é aceite como a primeira pátria do pão cuja importância na vida dos povos foi de tal ordem que o salário de um trabalhador rural era pago em 3 pães e 2 cervejas. E os que não tinham trabalho ... estendiam a mão a pedir pelo pão. Mais curiosidades: a 1ª greve pelo pão acontece também no Egipto. Jesus nasce em Belém – Beth-lehem que significa casa do pão e a oração que ensina pede o pão nosso de cada dia numa época em que a muitos faltava o alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De regresso ao presente, Isabel do Carmo leva-nos a reflectir sobre o flagelo da obesidade, nomeadamente nas crianças e o papel do grande consumo na prevenção dos hábitos alimentares. A revista médica The Lancet lançou uma campanha de alerta contra marcas como a Pepsi que usa figuras como o futebolista David Beckam ou a estrela pop Britney Spears, ou as batatas fritas Walkers promovidas por Gary Linecker e as Pizza Domino que patrocinam a série infanto juvenil The Simpsons. Está tudo ligado na grande roda dos alimentos e da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito da vitamina C, a autora conta a história corajosa de Linus Pauling, o único laureado com 2 prémios Nobel, o da Química, em 1954, pela descoberta da estrutura das proteínas, e o da paz, em 1962, pelo combate anti-nuclear. Dele, Einstein diza que era um génio e a vitamina C foi um doa alvos das suas pesquisas e, mais do que isso, da sua utilização em doses superiores às 60 mg ainda hoje recomendadas. Pauling morreu aos 93 anos e a informação sobre o seu trabalho pode ser encontrada no site do Instituto Linus Pauling.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas estas estórias são excelentes aperitivos para o prato servido por Isabel do Carmo. De onde ficamos a saber que as natas são menos gordas que a manteiga, que a carne picada deve ser cozinhada de imediato e que devemos desconfiar dos bifes que se enrolam na frigideira (significa que estão a perder água e isso é sinal de uso de hormonas na alimentação dos animais). Boas notícias para economia e para a barriga quando se sabe que Portugal é o pais da Europa que consome mais peixe, bem como  no que respeite ao tomate, trazido até nós por aztecas e maias, e hoje o fruto mais produzido no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este vídeo foi produzido por alunos do 12º ano da Escola Garcia da Orta, no Porto&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6569693777911306491?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6569693777911306491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6569693777911306491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6569693777911306491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6569693777911306491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/proteinas-vitaminas-e-outras-estorias.html' title='Proteínas, vitaminas e outras estórias da economia do mundo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-895855675509573715</id><published>2009-03-26T11:08:00.001Z</published><updated>2009-03-26T11:08:17.136Z</updated><title type='text'>Já não é um negócio de principiantes, mas ainda não perdeu essa graça</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/9D8CXiyVSFc' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/9D8CXiyVSFc'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante três dias vou estar em Londres, no IPTV Forum, uma mostra de projectos de IPTV e tecnologias de suporte e um painel de conferências que junta vários especialistas do sector e protagonistas de estórias de negócio. Lado a lado com os gigantes Cisco, Microsoft e Ericsson, com apostas interessantes, estruturadas e estratégicas para os seus negócios, estão centenas de fazedores desta nova era de media. E é por isso que no Olympia se continuam a encontrar pessoas como David  Harper, head of business development da Global Digital Broadcast, uma pequena empresa britânica que fornece plataformas integradas de tv/vídeo online para projectos em locais tão diferentes quanto Brighton, UK, Chicago, Canadá, Filipinas ou Brunei. Um negócio de família, com o pai à frente da área comercial, e o filho de pouco mais 20 anos em backoffice. Digital divide? Por aqui não se diria. Duas gerações, o mesmo negócio e talvez a fórmula que a indústria de new media tanto procura: a dose ideal de experiência e juventude.&lt;br /&gt;Vamos continuar por cá.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-895855675509573715?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/895855675509573715/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=895855675509573715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/895855675509573715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/895855675509573715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/ja-nao-e-um-negocio-de-principiantes.html' title='Já não é um negócio de principiantes, mas ainda não perdeu essa graça'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1677380002697388106</id><published>2009-03-24T15:03:00.001Z</published><updated>2009-03-24T15:03:49.804Z</updated><title type='text'>A elegância da electrónica</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/EI3-VWtN2WM' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/EI3-VWtN2WM'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há cerca de duas semanas recebi um convite para o 45º aniversário do Instituto das Novas Profissões. Por motivos de agenda não me foi possível estar presente e fiquei com pena. Para além da cortesia do INP, a convidada de honra da sessão solene foi uma senhora que tenho alguma curiosidade em conhecer, face ao trabalho que realiza e à persistência, tão necessária em Portugal. Trata-se de Elvira Fortunato, a cientista portuguesa que recebeu a maior bolsa de investigação científica europeia, o prémio do European Research Council pelo trabalho desenvolvido no desenvolvimento de transístores  em novos materiais, alternativos ao silício.&lt;br /&gt;Para além dos 2,5 milhões de euros do prémio que permitirá que em Portugal seja instalada uma verdadeira base de desenvolvimento dos novos materiais, a cientista patenteou uma descoberta, decorrente da sua investigação: a criação de transístores em papel. Para quem não está bem a ver o que isso pode querer dizer, basta dar uma imagem: com o desenvolvimento desta solução poderemos, por exemplo, ter imagens animadas nos nossos tradicionais jornais em papel. Entre tantas outras aplicações.&lt;br /&gt;Inovação. Em português. Por portugueses.&lt;br /&gt;Reconhecida internacionalmente, mas ... sem resposta da nossa comunidade empresarial. &lt;br /&gt;Não tenciono entrar aqui literalmente na conversa do costume. Pois, os empresários portugueses, sem visão, que não investem, que só se queixam. Não acho nada disso. Temos, felizmente, muitos empresários que investem e que procuram soluções criativas nas mais diversas áreas.&lt;br /&gt;Infelizmente aqui não foi o caso e o trabalho de Elvira Fortunato vai ser dinamizado por uma empresa brasileira, a Suzano. A investigadora ficou decepcionada e conhecendo a história é difícil que qualquer português não fique.&lt;br /&gt;Há quem diga que as ideias não têm pátria, são património do Homem. É uma forma de ver as coisas ou, como se costuma dizer, por em perspectiva.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1677380002697388106?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1677380002697388106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1677380002697388106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1677380002697388106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1677380002697388106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/elegancia-da-electronica.html' title='A elegância da electrónica'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-272249905725033336</id><published>2009-03-20T13:25:00.001Z</published><updated>2009-03-20T13:25:18.910Z</updated><title type='text'>The Mom Song - um parque infantil no campus</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/ESe-AysF9mw' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/ESe-AysF9mw'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo de duas professoras, duas mulheres, da Universidade de Berkeley – Haas School of Business deixa pistas que dão que pensar. Catherine Wolfram e Jane Leber Herr descobriram na sua pesquisa – intitulada "Opt-Out Patterns Across Careers: Labor Force Participation Rates Among Educated Mothers" – que 28% das mulheres que completaram MBA em Harvard, 15 anos depois são, por opção, mães a tempo inteiro. A percentagem de gestoras que vai para casa é substancialmente superior à de médicas (6%) e mesmo advogadas (21%).&lt;br /&gt;O estudo acompanhou o percurso de cerca de 1000 mulheres com MBAs concluídos em Harvard entre 1988 e 1991 e compilou um conjunto de dados biográficos e de indicadores. &lt;br /&gt;O compromisso entre carreira e família afigura-se efectivamente mais difícil de atingir no mundo dos negócios. Há um número significativo, por exemplo, de mulheres médicas a exercerem em regime de part-time, mas essa solução é virtualmente impraticável para quem trabalha na banca e consultoria.&lt;br /&gt;Numa era em que 2/3 dos alunos em praticamente todas as universidades do mundo são mulheres, a pressão aumenta  para que surjam novas soluções no mercado de trabalho e na própria universidade. Segundo dados de 2007 nos Estados Unidos, 31% dos participantes nos 25 programas de referência de MBA em regime de full time são mulheres e o desafio passa por saber conservar estas mestres de gestão no activo quando formam família ou se já têm essa condição.&lt;br /&gt;Para responder a estas necessidades, algumas escolas de gestão estão a criar novas estruturas integradas no campus, como organizações para apoio à família e parques infantis, e disponibilizam ajuda na re-colocação dos estudantes após o curso. É por exemplo o caso da Northwestern's Kellogg School of Management, mas parece certo que outras lhe seguirão as pisadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publiquei hoje, a 20 de Março de 2009, este artigo no Jornal de Negócios num dossier especial sobre MBAs. O vídeo The Mom Song é uma ilustração tão verdadeira e tão absolutamente quotidiana da vida de milhões de working mothers que foi irresistível usá-lo.&lt;br /&gt;Ontem foi Dia do Pai e, felizmente para as working mothers e para as non-working-but-still-working mothers, também existem pais que fazem justiça a uma Dad Song.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-272249905725033336?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/272249905725033336/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=272249905725033336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/272249905725033336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/272249905725033336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/mom-song-um-parque-infantil-no-campus.html' title='The Mom Song - um parque infantil no campus'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4852120334243349193</id><published>2009-03-16T15:07:00.003Z</published><updated>2009-04-12T12:36:21.545+01:00</updated><title type='text'>Ram Charanem Lisboa: Gestores, sejam optimistas!</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/zxNQ0jUiHGw" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/zxNQ0jUiHGw"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ram Charan, considerado um dos conselheiros mais influentes do mundo dos negócios, é um homem realista, mas optimista. Foi essa a mensagem que trouxe a Lisboa, onde participou numa CEO Conference que contou com a presença de vários líderes nacionais, como Belmiro de Azevedo, Zeinal Bava, João Talone e Paulo Fernandes.&lt;br /&gt;Na mesma manhã em que a FED anunciava publicamente que, se os bancos cumprirem o seu papel na libertação de crédito, a economia pode recuperar já nos primeiros meses de 2010, Charan partilhou com os gestores nacionais a sua visão do futuro. Um futuro onde cada vez mais vai ser preciso exercer liderança, entendida pelo consultor como a capacidade de conseguir que as coisas sejam feitas.&lt;br /&gt;Aos gestores, Ram deixou várias mensagens simples e claras: liderem, sejam credíveis, inspirem as vossas pessoas e abordem a realidade com optimismo. À beira dos 70 anos de idade e com cerca de 45 anos de experiência de campo com algumas das principais empresas do mundo Charan falou de um mundo onde as qualidades humanas são cada vez mais fundamentais para o sucesso e para uma vida melhor. Nas empresas, na sociedade, no ensino: "we need teachers, because teachers teach and computers don't".&lt;br /&gt;Este vídeo está também disponível em &lt;a href="http://www.blogger.com/www.publico.pt"&gt;www.publico.pt&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4852120334243349193?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4852120334243349193/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4852120334243349193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4852120334243349193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4852120334243349193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/ram-charan-gestores-sejam-optimistas.html' title='Ram Charanem Lisboa: Gestores, sejam optimistas!'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1676193386791363551</id><published>2009-03-15T22:58:00.001Z</published><updated>2009-03-15T23:04:10.241Z</updated><title type='text'>Think different - remember this one?</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/jULUGHJCCj4" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/jULUGHJCCj4"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na semana passada teve lugar a conferência The New Marketing Rules na Exponor, organizada pela QSP.&lt;br /&gt;Bela novidade ter um cabeça de cartaz português entre os 3 oradores principais. Na realidade, Luís Reis, COO e administrador da Sonaecom,  fez bem mais do que ser "o" português entre os speakers internacionais Miklos Sarvary e Kevin Keller. Luís Reis foi, na verdade, a estrela da sessão, com uma apresentação cheia de energia, provocação e matéria para pensar e fazer diferente que deveria ser o principal motivo porque se assiste a uma conferência.&lt;br /&gt;A sua intervenção "Brands that make sense" vai estar disponível, bem como uma entrevista, no Videonomics, mas hoje quero aqui deixar um dos momentos da sua apresentação. A famosa campanha do Mac - Think Different foi um dos mais interessantes exercícios de diferenciação e posicionamento numa era em que não se falava de inovação como critério de sobrevivência (ainda que sempre o tenha sido).&lt;br /&gt;Marketing inteligente que sabe sempre bem recordar.&lt;br /&gt;Uma nota ainda sobre o tema dos speakers. Trazer gurus internacionais é um negócio. Cá como em tantos outros mercados, a começar pela pátria de 90% dos gurus, os EUA que tem aqui uma das suas indústrias.&lt;br /&gt;Se pensarmos nos valores cobrados, que rondam mínimos de 25 mil euros para aspirantes a gurus ou novatos promissores a 150 mil para estrelas consagradas, valerá a pena reflectir sobre  a (in)existência de portugueses como figuras de primeira linha (até há poucos anos, Ernâni Lopes e António Borges eram dos poucos nomes nacionais que efectivamente cobravam a sua presença em conferências, indicador fundamental quando se avalia o nível de profissionalização de qualquer sector). Não é por falta de qualidade seguramente. No mundo académico e no mundo das empresas, só para referir dois eixos fundamentais, temos pessoas de grande qualidade e com conhecimento e valor para partilhar. E, se em encontros de quadros já ninguém se espanta de pagar cachet a treinadores e outros atletas, valerá a pena alguma reflexão e sobretudo alguma inflexão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1676193386791363551?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1676193386791363551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1676193386791363551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1676193386791363551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1676193386791363551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/think-different-remember-this-one.html' title='Think different - remember this one?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1500106530290158670</id><published>2009-03-15T19:11:00.002Z</published><updated>2009-03-15T19:13:43.430Z</updated><title type='text'>Tim Berners-Lee - Freedom to connect!</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/Jev2Um-4_TQ" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/Jev2Um-4_TQ"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na data em se assinalam os 20 anos da "invenção" , Tim Berners-Lee, o "pai" da internet fala-nos de liberdade para nos ligarmos como a base da sociedade que construímos nas últimas duas décadas. Os conceitos de Net Neutrality e de Freedom to Connect são temas para um debate filosófico que sem dúvida marcará os próximos anos.&lt;br /&gt;Espero que muito em breve o Videonomics possa reunir à mesa filósofos, tecnológos, empresários, governantes e cibernautas para dar voz, em português, a este debate.&lt;br /&gt;Até breve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S. - Interessante a pesquisa da Wharton School da Universidade da Pensilvânia que coloca a internet em 1º lugar na lista das invenções mais importantes dos últimos 30 anos, à frente do PC,  do telemóvel e do email (mas todos absolutamente relacionados como bem sabemos; communication rules the world).&lt;br /&gt;Democratização is the name of the game e  também por isso a discussão lançada por Berners-Lee é tão interessante, atendendo ao seu papel nesta revolução.&lt;br /&gt;Para saber mais ler o &lt;a href="http://criar2009.gov.pt/opiniao/1219/"&gt;post de Ricardo Castanheira no Criar 2009&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1500106530290158670?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1500106530290158670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1500106530290158670' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1500106530290158670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1500106530290158670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/tim-berners-lee-freedom-to-connect.html' title='Tim Berners-Lee - Freedom to connect!'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3383885748861304175</id><published>2009-03-11T16:26:00.003Z</published><updated>2009-03-11T23:23:38.015Z</updated><title type='text'>A geração mais idiota é a geração que vai mudar o mundo</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/EoqiRRMQ0fs" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/EoqiRRMQ0fs"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Hey, idiota. Se és um adolescente ou tens menos de 30 anos fazes parte da Dumbest Generation (Geração mais idiota) e a razão é a Internet. O crescimento digital está a impedir o desenvolvimento do teu cérebro. A vossa não geração não sabe ler, escrever, comunicar. Vocês não sabem nada.Pior que isso, estão viciados na internet, colados ao ecrã e perderam a capacidade de interacção social. São igualmente uma geração obscura, desrespeitam os vossos pais, roubam, violam direitos da propriedade intelectual dos indivíduos sem consideração pelos direitos de autor de músicas e outros conteúdos. São violentos e um bando de rufias. São a geração que não se importa. Não votam, não se preocupam com a vossa narcísica eu-geração. Tudo aquilo com que se preocupam é o vosso MySpace, Youtube e Facebook. E por causa de vocês o futuro não traz consigo esperança. O meu nome é Don Tapscott e conduzi uma investigação sobre a vossa geração, um projecto de investigação no valor 4 milhões de dólares. Concluí que todos os críticos da vossa geração estão basicamente a inventar esta informação. Esta visão negativa e cínica não é suportada por dados. Vocês não são a geração mais idiota, são a geração mais inteligente. E assim que se desloquem para cada instituição e sociedade, serão uma poderosa força para a mudança, mudança essa para melhor. Espero que considerem o meu livro,Grown up Digital como uma fonte esclarecedora neste assunto e convido-vos a visitarem o site: &lt;a href="http://www.grownupdigital.com/"&gt;grownupdigital.com&lt;/a&gt;, gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Don Tapscott tem dado dos contributos mais interessantes para a compreensão da revolução digital e, mais do que isso, da mudança que está a provocar na humanidade aos mais diversos níveis, económicos, políticos, culturais ... you name it. Tapscott estuda os "nativos digitais" desde 1997 e tem uma colecção de dados e de trabalho como poucos. (Diga-se em abono da verdade, que também como poucos tem a felicidade de ter um generosíssimo orçamento que financia as suas pesquisas).&lt;br /&gt;Este vídeo surge como resposta ao livro &lt;a href="http://www.amazon.com/Dumbest-Generation-Stupefies-Americans-Jeopardizes/dp/1585426393"&gt;The Dumbest Generation ou Don't Trust Anyone under 30&lt;/a&gt;, de Mark Bauerlein, uma espécie de arqui-rival da Tapscott e profundamente descrente dos méritos da Google-generation, ou seja todos aqueles que têm hoje entre 12 e 30 e que não lêem, scanneiam informação, não vêm publicidade, trocam posts nas redes sociais, não compram CDs ou filmes porque pirateiam.&lt;br /&gt;A estória de Joe O'Shea que Tapscott contou em Lisboa aquando do lançamento do Ano Europeu da Criatividade e Inovação deixaria decerto os mais cépticos com algo em que pensar.&lt;br /&gt;Segue-se excerto que poderão ver tal como toda a conferência na íntegra no site &lt;a href="http://criar2009.gov.pt/"&gt;Criar2009&lt;/a&gt; e claro, a partir de Abril, no Videonomics TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estava a fazer um discurso para um pequeno grupo de alunos do curso de gestão da Universidade da Florida, em Junho passado. E eles estavam a pedir conselhos sobre como construir uma universidade para o século XXI. Disse-lhes que o modelo de aprendizagem era inapropriado para esta geração. Eles cresceram interagindo e colaborando e o modelo de difusão da aprendizagem está a falhar. (...) Estávamos a ter esta conversa e havia um jovem que estava na sala, Joe O’Shea com uma boa apresentação, usando uma gravata, que estava a formar-se nesse mesmo ano cujo comentário é requisitado. E o Joe disse: “Tenho de concordar. Acho que nós aprendemos de uma forma distinta. Vou dar-vos um exemplo. Eu não leio livros.” O ar de espanto no rosto de toda gente era semelhante ao de todos vós nesta sala. Ele disse: “Eu acho que sei aquilo que os livros contêm, mas eu não os leio. Recorro à internet para obtenção de conhecimentos e em caso de necessidade de um livro físico recorro ao Google Books e procuro o capítulo específico. E caso tenha um livro físico eu não o leio do princípio ao fim, utilizo a mesma estratégia usada nos websites".&lt;br /&gt;O reitor da faculdade que se encontrava ao meu lado perguntou-se se isto significava algo bom e positivo ou o fim da civilização. Eu tinha um charter reservado para Fort Lauderdale e o Joe seguia para o mesmo local. Assim sendo, convidei-o para se juntar a mim para que pudéssemos conversar e para que eu tivesse a oportunidade de o conhecer melhor.&lt;br /&gt;“Joe, fala-me da escola? És um bom aluno?” e ele disse: “Sim, sou um bom aluno”, eu perguntei: “quão bom?” ao que ele respondeu “sempre tive A’s”. Eu disse: “Que mais é que fazes?” e ele respondeu: “Sou presidente do conselho de alunos na Universidade do Estado da Florida”. E eu disse-lhe que deveria ser uma grande responsabilidade ao que ele respondeu que tinha ao seu dispor um orçamento de 12 milhões de dólares e um comité envolvendo 18 universidades. Eu perguntei-lhe se ainda tinha tempo para fazer mais alguma coisa ao que ele respondeu que após o furacão Katrina tinha viajado até lá para ver os estragos feitos; foi assim que se apercebeu da ausência de uma clínica de saúde e decidiu montar uma. Perguntei-lhe o que isso significava e ele disse que se poderia fazer tudo o que se quisesse quando se tem a internet. Se quisesse um ar condicionado poderia ter um ar condicionado. Perguntei se a clínica ainda estava operacional e ele respondeu que sim e que consultava 9 milhões de pessoas por ano.&lt;br /&gt;Seguidamente, pedi para que me falasse da sua família. Ele disse que era um assunto delicado dado que os seus pais haviam falecido no ano passado sendo que Jon enquanto irmão mais velho tinha como obrigação manter a família unida. Perguntei-lhe como o fazia sendo que viviam em cidades diferentes ao que ele respondeu que todos jogavam WOW juntos, faziam missões juntos, matavam dragões conjuntamente.&lt;br /&gt;Após isso, perguntei-lhe o que faria no ano seguinte e ele disse que iria estudar em Londres, Inglaterra (...) perguntei-lhe o que iria estudar ao que ele respondeu que se encontrava a fazer um mestrado em Filosofia. E não lê livros. Quis saber em que universidade e ele disse que iria para Oxford. O local de mais difícil acesso em todo o mundo para se fazer um mestrado em filosofia. E ele conseguiu! Quis também saber se estava a receber alguma ajuda financeira e ele disse que tinha uma bolsa de estudo que cobria tudo. Uma “&lt;a href="http://www.rhodesscholar.org/"&gt;Rhodes Scholarship&lt;/a&gt;”. A Rhodes Scholarship é a mais prestigiada bolsa de estudo que um aluno pode obter no planeta Terra. O Bill Clinton teve uma. E única Rhodes Scholarship do sudoeste dos EUA foi dada a um jovem, Jonh O’shea, um jovem de 20 anos que não lê livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tapscott terminou a sua conferência em Lisboa dizendo que os próximos tempos não serão aborrecidos. Alguém duvida que ele tem razão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3383885748861304175?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3383885748861304175/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3383885748861304175' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3383885748861304175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3383885748861304175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/geracao-mais-idiota-e-geracao-que-vai.html' title='A geração mais idiota é a geração que vai mudar o mundo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5532421364530743504</id><published>2009-03-01T19:18:00.001Z</published><updated>2009-03-01T19:18:49.482Z</updated><title type='text'>Slumdog Millionaire - Não é para ter pena da Índia</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/Lm-O_Y4FB7w' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/Lm-O_Y4FB7w'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este post é um remix da anterior, mas com locução sobre as imagens de apresentação do filme Slumdog Millionaire. E reforçando a ideia . esta não é uma Índia para se ter pena, mas sim uma Índia onde podemos aprender novos e urgentes sentidos para a palavra inovar, fazer diferente, ter esperança.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5532421364530743504?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5532421364530743504/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5532421364530743504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5532421364530743504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5532421364530743504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/03/slumdog-millionaire-nao-e-para-ter-pena.html' title='Slumdog Millionaire - Não é para ter pena da Índia'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7590774009348818123</id><published>2009-02-24T21:07:00.001Z</published><updated>2009-02-24T21:07:01.913Z</updated><title type='text'>Smart people will save the planet - Quem quer ser inovador e talvez milionário?</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/qxryeNycJX0' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/qxryeNycJX0'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Índia que está no centro do mundo dos negócios entrou esta semana no centro do mundo do cinema. Chegou pela passadeira vermelha e pela mão de um britânico conquistou os prémios mais desejados. Polémicas à parte, quem quer ser milionário traz à tela bem mais que lixeiras a céu aberto, bairros de lata e crianças pedintes de mão estendida em cada esquina. Só com grande esforço será possível dizer que se vê o melhor filme do ano sem que um sorriso, mesmo que distraído, nos passe pelo rosto. &lt;br /&gt;Podemos encontrar razões diversas para esse sorriso, mas neste post eu quero falar de uma em particular. No meio da miséria e da corrupção, há uma Índia que inova pela razão primeira pela qual o Homem sempre inovou. Necessidade. Necessidade de viver mellhor, de comer, de dormir, de ter esperança. &lt;br /&gt;Há uns meses um advogado português com negócios em África falava de Yunnus e do micro-crédito e dizia que a grande riqueza de África era aquilo que tantas vezes se confundia como o seu principal problema: capital humano. Na maior parte dos países africanos, dizia ele, as pessoas saem todos os dias à rua a pensar como vão ganhar o dólar daquele dia. &lt;br /&gt;E isso é um capital de criatividade absolutamente desconhecido no mundo dito desenvolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-7590774009348818123?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/7590774009348818123/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=7590774009348818123' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7590774009348818123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7590774009348818123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/02/smart-people-will-save-planet-quem-quer.html' title='Smart people will save the planet - Quem quer ser inovador e talvez milionário?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5088911165003833799</id><published>2009-02-17T20:58:00.002Z</published><updated>2009-02-17T21:11:57.597Z</updated><title type='text'>Confessions Of A CEO Blogger</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/_XL_dU0L_1o" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/_XL_dU0L_1o"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem de propósito. Ontem numa das reuniões discutia-se a utilização dos conteúdos Videonomics no ambiente de trabalho como uma das mais-valias, precisamente por permitir alargar a partiha de  ideias e de conhecimento não só a novos públicos, como por exemplo os que não lêem, como a públicos sem tempo, como decisores e quadros. Tempo e formato adequado são, de facto, duas valências core do Videonomics ao disponibilizar uma selecção temática premium e em formatos user friendly. O que tem inerente um vasto trabalho, não apenas editorial, mas técnico (muito mesmo!) e ... filosófico. Também por isso tenho dito em quase todas as conversas que procuramos parceiros que partilhem a mesma visão, do presente e do futuro. Que queiram ser parte de uma nova geração (e não é um critério de idade) que se move por valores e que acredita na capacidade de reflectir para mudar, de pensar para agir  e de procurar novas e melhores formas de vida em comum. A tecnologia nisto tudo é um enabler, um fabuloso enabler, mas está ainda longe de ser perfeita e esse é um dos temas deste vídeo. O chairman e CEO da Forrester Research,  George F. Colony, apresenta as suas confissões da sua experiência de 2 meses na blogosfera e conta as 5 lições que retirou. Uma delas tem precisamente a ver co  o facto de, sendo hoje tudo já tão mais fácil, é ainda inacreditavelmente moroso, complexo e difícil manipular conteúdos. A verdadeira multimedia exige perserverança, ou seja, aquele género de paciência que nos falta quando a foto não se encaixa no formato de um header ou o formato de vídeo não abre naquela janela. Ainda é assim e um dia terá graça contarmos aos nossos filhos e netos que no nosso tempo era preciso isto, mais isto e aquilo para  usar a tecnologia, com todo o seu potencial democratizante. Não, a internet ainda não é a praça ateniense dos nossos sonhos, em que nos expressamos livremente e sem barreiras e onde o importante é a ideia e a sua comunicação. Mas, para quem ainda se lembra, há 10 anos achávamos que aquilo é que era o hype e, de então para cá ... eu sei, temos de sorrir! &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5088911165003833799?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5088911165003833799/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5088911165003833799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5088911165003833799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5088911165003833799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/02/confessions-of-ceo-blogger.html' title='Confessions Of A CEO Blogger'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6578349798958624875</id><published>2009-02-16T23:57:00.001Z</published><updated>2009-02-16T23:57:44.087Z</updated><title type='text'>O juramento de Hipócrates dos CEOs</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/_HqvE6uye1Y' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/_HqvE6uye1Y'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ética é um tema obrigatório nos negócios. O tema entrou na agenda das conferências, nos statements institucionais das empresas e nos curriculos das escolas de gestão. E tudo isto aconteceu na mesmíssima década em que empresas e gestores se precipitavam aceleradamente para o abismo em que o mundo caiu no segundo semestre de 2008. &lt;br /&gt;Não faltou quem alertasse e menos ainda, como é normal, quem dissesse "eu bem avisei". Mas claro que quando o facto de os bónus dos gestores serem indexados à conquista de resultados por eles próprios fixados se tornou tema de debate público ficou também à vista de todos a fragilidade da auto-regulação, ou se quisermos, da ética  corporativa.&lt;br /&gt;A mesma ética que fazia bocejar em conferências organizadas para cumprir calendário ou para fazer jus às boas intenções de alguns de súbito invadiu a vida de todos nós.&lt;br /&gt;Há ética quando se despede porque se está a ganhar menos dinheiro, mesmo que se continue a lucrar muito dinheiro? Os CEOs deveriam ter uma ética idêntica à de médicos e advogados, cuja infracção incorre em verdadeiras penalizações? Do no harm - não fazer mal deverá ser o postulado que orienta a actividade de um gestor?&lt;br /&gt;São todas estas questões que pode ver neste vídeo vencedor em Davos. Sim, também Davos se rendeu á comunicação em vídeo e disponibilizou, pela primeira vez, um canal no YouTube.&lt;br /&gt;Também um bom pretexto para falar de Bernard Lonergan, muitas vezes referido como o mais importante pensador filosófico do século XX e tema de um ciclo de conferências iniciado a 14 de Fevereiro na Universidade Católica. Lonergan foca-se  no papel social das empresas que, na sua perspectiva, ultrapassa a mera dimensão do empresário, ou se quisermos do capitalista.&lt;br /&gt;Ganhar dinheiro não fazendo o mal é possível? Todos nós, que vivemos as estórias do dia a dia dos negócios, queremos mais do que nunca acreditar que sim. E é bem mais do que as terminologias chiques que algumas cabeças bem pensantes confundem ou fazem confundir com realmente fazer bem ... ganhando dinheiro sem prejudicar terceiros.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6578349798958624875?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6578349798958624875/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6578349798958624875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6578349798958624875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6578349798958624875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/02/o-juramento-de-hipocrates-dos-ceos.html' title='O juramento de Hipócrates dos CEOs'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1351944333008731958</id><published>2009-02-09T21:54:00.004Z</published><updated>2009-02-12T10:24:36.341Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gates'/><title type='text'>Bill Gates tem um novo bug</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/embed/BillGates_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillGates_2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=451" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/embed/BillGates_2009-embed_high.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillGates_2009.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=451"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bill Gates dispensa apresentações. Durante os primeiros 50 anos da sua vida, alterou de forma concreta e definitiva o mundo em que vivemos ao criar a Microsoft. Por essa via, realizou o sonho de todos os seres humanos poderem realizar o seu potencial com a ajuda da ciência da computação. A empresa cresceu, os utilizadores multiplicaram-se o seu potencial também. Rico entre os mais ricos, Gates considerou cumprida a sua etapa de vida dedicada ao mundo dos negócios. E, ao abandonar a liderança da Microsoft para se dedicar à fundação que gere com a sua mulher, definiu um novo objectivo na sua vida associado à filantropia. A ciência do bem, se quisermos. &lt;br /&gt;À conferência anual do TED - Technology, Entertainment and Design levou a sua prioridade actual: o combate à malária. Tranquilo, Gates explicou que é um optimista e que vê sinais para estar optimista - a esperança de vida aumenta e a mortalidade infantil tem vindo a reduzir-se de forma progressiva e acentuada. Ainda assim, afirmou, algumas doenças, onde se destaca a malária, permanecem um mal maior na metade sul do mundo, com destaque para as regiões mais pobres. &lt;br /&gt;E, sem alterar nem a voz, nem o porte, avançou para uma pequena campânula de vidro e exibiu à assistência a origem do mal de que falava: mosquitos. "Não é justo que só os pobres convivam com eles", assinalou sorrindo perante a estupecção de uma audiência ainda não refeita.&lt;br /&gt;Os jornais descreveram a sua acção como "making a point". Numa era em que todos sabemos o que está mal, o problema parece efectivamente, mais do que nunca, acordar dessa letargia que nos faz olhar para a morte de milhões de crianças e adultos com a mesma excitação com que ouvimos falar de uma nova versão do Windows ou do Vista (é melhor corrigir, porque certamente para muitos as notícias do mercado são certamente mais excitantes).&lt;br /&gt;Uma música que passa insistentemente na rádio confronta-nos com a nossa natureza. Are we humans? Or are we dancers?&lt;br /&gt;Dancers, we would say. Numa coreografia sem sentido que só nós mesmos podemos mudar.Para que não dancemos como mosquitos- letais e às cegas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1351944333008731958?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1351944333008731958/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1351944333008731958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1351944333008731958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1351944333008731958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/02/na-realidade-todos-queremos-mudar-o.html' title='Bill Gates tem um novo bug'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-702561228734739913</id><published>2009-02-03T23:09:00.005Z</published><updated>2009-02-03T23:31:28.569Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parceiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lançamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videonomics'/><title type='text'>Why choosing Videonomics?</title><content type='html'>&lt;embed src="http://www.veoh.com/veohplayer.swf?permalinkId=v17367635GTBHcgfx&amp;id=19281746&amp;player=videodetailsembedded&amp;videoAutoPlay=0" allowFullScreen="true" width="410" height="341" bgcolor="#FFFFFF" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size="1"&gt;Watch &lt;a href="http://www.veoh.com/videos/v17367635GTBHcgfx"&gt;Why choosing The Lisbon MBA?&lt;/a&gt; in &lt;a href="http://www.veoh.com/browse/videos.html?category=category_educational_and_howto"&gt;How to Videos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&amp;nbsp;View More &lt;a href="http://www.veoh.com/"&gt;Free Videos Online at Veoh.com&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase 15 dias sem publicar. Uma paragem forçada em virtude de uma aceleração no cronograma de lançamento do Videonomics, com múltiplas reuniões e apresentações para preparar. Este blogue, para além de montra, cumpre desde o início io objectivo de dar conta dos vários passos do projecto e sinto que este é o momento para um primeiro balanço.&lt;br /&gt;Primeira nota: nas várias reuniões já realizadas não houve uma única em que sentisse falta de receptividade e na maioria encontrei, ao invés, franco entusiasmo e um entendimento comum sobre o papel da comunicação vídeo nos temas de gestão e inovação. É verdade que este ano, como dizia com graça um dos meus interlocutores, "no princípio era a verba" e é preciso também criatividade para fazer chegar os orçamentos, da parte de quem investe, e para saber rentabilizá-los no melhor interesse de todos. Apesar de existirem múltiplos esforços conjuntos a desenvolver, estou convencida que lá chegaremos.&lt;br /&gt;Segunda nota para os materiais já produzidos. Temos neste momento cerca de 10 horas de materiais, desde formatos de 3 minutos, a 2 conferências de 45 m cada (Gary Hamel e Dan Tapscott). São materiais diversificados, em temas, formatos e protagonistas e sobretudo são materiais estimulantes. É este trabalho-piloto a melhor evidência das possibilidades que temos pela frente e são muitas e muito interessantes! Tem sido muito bom trabalhar com pessoas de universidades, empresas e media na construção deste novo media Videonomics.&lt;br /&gt;Terceira nota para o que nos espera nas próximas semanas. Muito trabalho para fechar parcerias, acordos de media e iniciativas temáticas, para além de todo o trabalho de implementação da plataforma Videonomics. Estamos animados!&lt;br /&gt;O vídeo de hoje é uma das primeiras peças Videonomics, desenvolvidas em parceria com o The Lisbon MBA e já disponível no canal The Lisbon MBA TV na plataforma Veoh. Será também um dos canais Videonomics e, desde já, a toda a equipa do The Lisbon MBA o nosso obrigado pelo voto de confiança desde a primeira hora e pelas horas estimulantes de trabalho que temos desenvolvido em conjunto.&lt;br /&gt;Até breve&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-702561228734739913?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/702561228734739913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=702561228734739913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/702561228734739913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/702561228734739913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/02/videonomics-caminho-para-meta.html' title='Why choosing Videonomics?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5763889278237697780</id><published>2009-01-20T22:38:00.005Z</published><updated>2009-01-20T23:41:30.843Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Obama'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='felicidade'/><title type='text'>Pode repetir?</title><content type='html'>&lt;embed src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/2awLaMvz8o7wf9zJJKZY/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="322"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama tomou posse e no mesmo minuto que se despediu dos convidados do almoço no Capitólio iniciou, sem concessões nem vésperas, um dos mandatos mais duros de um presidente dos Estados Unidos da América. Alguns comentadores falaram de um discurso de tomada de posse "sem nada de novo". Com todas as facturas a cobrar ou a pagar que terá doravante na secretária, "nada de novo" é uma expressão que dificilmente se aplica a Obama. Ainda antes do discurso, o momento do juramento foi algo de novo. Milhões no mundo inteiro viram um homem que sorria e que estava, por baixo do sorriso tranquilo a que habituou o mundo, ansioso, polarizado, momentaneamente distraído. Um homem e não um super-herói ou um estadista encorpado e impenetrável que, nessa sua condição, se mostrou incapaz de repetir as palavras que o mestre da cerimónia lhe repetira no segundo anterior. Quase de diria que Obama estava, nesse mesmo segundo, a ver a sua vida, passada, presente, futura, a passar-lhe em rápido, rápido. Não tão rápido que lje permitisse ouvir em simultâneo as palavras solenes que deveria repetir e, assim, com o mesmo ar com que conquistou o "good will" de 80% dos americanos, o presidente-em-posse sorriu, baixou ligeiramente a cabeça e pediu ajuda ... um inaudível "pode repetir" ecoou mundo fora e mostrou o presidente naquela que promete, por ventura, ser a faceta mais diferenciadora desta nova política. Humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, através de uma viagem às origens e um regresso ao futuro, Obama introduziu uma palavra tantas vezes esquecida, sobretudo entre políticos: responsabilidade colectiva nas escolhas, boas ou más, que fazemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, fiel às citações dos Founding Fathers que tanto aprecia, recordou Jefferson e a Declaração da Independência:&lt;br /&gt;"We remain a young nation, but in the words of Scripture, the time has come to set aside childish things. The time has come to reaffirm our enduring spirit; to choose our better history; to carry forward that precious gift, that noble idea, passed on from generation to generation: the God-given promise that all are equal, all are free, and all deserve a chance to pursue their full measure of happiness."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca da felicidade. É mais que gerar riqueza, é mais que deter o poder, é muito mais que mera prosperidade e desenvolvimento. Mas exige um esforçado de trabalho de casa a um povo que educa os seu filhos pela máxima que só há lugar para os primeiros e para os bem-sucedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje também todos fomos americanos, pelo menos na esperança que este possa ser o ponto de partida para uma nova era  em que tenhamos a possibilidade de procurar a nossa própria medida de felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5763889278237697780?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5763889278237697780/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5763889278237697780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5763889278237697780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5763889278237697780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/01/pode-repetir.html' title='Pode repetir?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-6729310496770216952</id><published>2009-01-16T10:33:00.002Z</published><updated>2009-01-16T10:36:57.366Z</updated><title type='text'>2 Engenheiros e 8 milhões</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/sAVmAkDQ8BY" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/sAVmAkDQ8BY"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é uma estória para ver e contar numa época em que todos falam de inovação e tantos se afastam do seu sentido mais primeiro. Inovar é algo de novo e não forçosamente algo de caro.Para muitas organizações, a inovação tornou-se sinónimo literal de tecnologia e complexos projectos de consultoria. No nosso dia-a-dia, inovação tornou-se também lugar comum - tudo tem a ver com inovação e todos falam com propriedade do assunto. Na prática, qaunto mais falamos e quanto mais dinheiro se atira aos problemas, muitas vezes mais nos afastamos do essencial: inovar é fazer algo de novo ou de uma nova forma e isso pode custar não mais que 80 reais como relata o caso da empresa deste vídeo. A sugestão foi-me enviada pela Vivian Baumann, marketeer e apaixonada por temas da comunicação, e este contributo em rede é um dos pilares que queremos dinamizar com grande empenho no Videonomics.&lt;br /&gt;Às boas ideias e que não dependam de rótulos, preço e status de quem as apresenta.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-6729310496770216952?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/6729310496770216952/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=6729310496770216952' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6729310496770216952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/6729310496770216952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/01/2-engenheiros-e-8-milhoes.html' title='2 Engenheiros e 8 milhões'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-8986190475042896384</id><published>2009-01-08T13:08:00.001Z</published><updated>2009-01-08T13:08:36.322Z</updated><title type='text'>Michael Wesch e a antropologia do YouTube</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/TPAO-lZ4_hU' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/TPAO-lZ4_hU'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez há 100 anos os cientistas pensassem o mesmo, mas a verdade é que nunca hoje a ciência pareceu tão jovem e inexplorada ou, se quisermos, com tantas novas dimensões de conhecimento. Michael Wesch é professor de antropologia cultural na Kansas State University e autor d eum estudo sobre a cultura dos utilizadores do YouTube. O trabalho académico acabou por projectá-lo, a ele mesmo, como estrela do YouTube, entrando no top dos 100 vídeos mais vistos de 2008.&lt;br /&gt;Wesch e os seu alunos viram centenas de filmes colocados no YouTube e procuraram perceber de que forma as pessoas estão a usar este meio para se expressarem e se relacionarem umas com as outras.&lt;br /&gt;Aquilo que durante anos foi uma subcultura sem impacto nas grandes tendências sociais e quanto muito alvo de programas de risota fácil na TV – até ao YouTube era este, maioritariamente, o destino dos filmes caseiros – tornou-se hoje uma das principais formas de expressão de pessoas em todo o mundo. E até a vitória de Obama nas eleições americanas não foi alheia a esta poderosa ferramenta de relacionamento e de influência.&lt;br /&gt;"An Anthropological Introduction to YouTube" mais que uma dissertação académica de um professor na berra, é um trabalho que nos coloca questões cada vez mais pertinentes. A mais óbvia e simultaneamente mais complexa é a forma como o YouTube nos está a tornar a todos, simultaneamente, mais isolados e mais em comunidade. Mas outras se seguem. Como o conceito de direitos, autoria, privacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-8986190475042896384?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/8986190475042896384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=8986190475042896384' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8986190475042896384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/8986190475042896384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2009/01/michael-wesch-e-antropologia-do-youtube.html' title='Michael Wesch e a antropologia do YouTube'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-501168887771325682</id><published>2008-12-29T12:51:00.002Z</published><updated>2008-12-29T13:00:49.164Z</updated><title type='text'>Há mais pessoas a quererem ser felizes do que ricas</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/LvwLAI3ZnoM" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/LvwLAI3ZnoM"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fim de Ano. Ano Novo. Esta é aquela época em que repetimos, tantas vezes de forma mecânica, votos de felicidade. Uma palavra pouco usada nos restantes dias do ano e que parecemos querer gastar, por esta altura, seja pela convenção, seja pela necessidade de lembrar algo de fundamental.&lt;br /&gt;Em Harvard, &lt;a href="http://www.talbenshahar.com/"&gt;Ben Shahar&lt;/a&gt; ensina Psicologia Positiva, mas quase todos apelidam a disciplina como "ciência da felicidade". A primeira questão que se coloca é mesmo essa, se podemos entender a felicidade como matéria científica. Cada vez mais estudos académicos, de áreas tão distintas quanto a biologia, a genética, a neurociência, a sociologia, a antropologia e a economia, dizem que sim. A diferença das aulas de Ben Shahar está na adesão dos estudantes de Harvard: mais de 1400 inscritos, o que faz da sua disciplina a mais procurada. Para o professor, a principal diferença no que ensina está na forma: "estabeleci uma ponte entre a torre de marfim das pesquisas académicas e o que se passa nas ruas com as pessoas de todos os dias". E como todos, até mesmo os cínicos, querem ser felizes, o tema tem um potencial universal.&lt;br /&gt;Tão curioso quanto ouvir o professor é ler os comentários que a comunidade YouTube deixa neste vídeo. A eterna discussão sobre se o dinheiro traz ou não felicidade é o tema dominante e a pedra de toque para todas as outras vertentes. igualmente curioso é o facto de, nos estudos da ciência económica, não existir relação directa entre os países mais ricos e os países mais felizes, o que, no mínimo, relança a discussão sobre o papel do dinheiro  e a procura de uma vida com a qual nos sintamos bem. &lt;a href="http://www.worldvaluessurvey.org/"&gt;(Ver Subjective well-being rankings of 82 societies based on combined Happiness and Life Satisfaction scores)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A felicidade é, sem dúvida, uma palavra que entrou na agenda política, económica e social e será um tema que o &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Videonomics&lt;/span&gt; abordará, nas suas várias vertentes, em 2009.&lt;br /&gt;Ao ver este vídeo e ler as discussões nos foruns é quase impossível não me lembrar da definição de materialista que nos é dada no livro "O carteiro de Pablo Neruda": materialista é alguém que entre um frango e uma rosa, escolhe sempre o frango".&lt;br /&gt;Haja frangos e haja rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-501168887771325682?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/501168887771325682/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=501168887771325682' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/501168887771325682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/501168887771325682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/h-mais-pessoas-quererem-ser-felizes-do.html' title='Há mais pessoas a quererem ser felizes do que ricas'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3370649873527466567</id><published>2008-12-19T12:52:00.001Z</published><updated>2008-12-19T12:52:43.078Z</updated><title type='text'>Só passamos 2/3 da nossa vida a trabalhar ... será mesmo tão importante ter empresas onde gostamos de trabalhar?</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/KbosZBlSoB4' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/KbosZBlSoB4'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Recursos humanos. Capital humano. Talento. Que tal só "Pessoas"? São, sem dúvida, o que faz a diferença em qualquer empresa, organização ou projecto. E faz toda a diferença saber se são felizes com o que fazem, se respeitam as outras pessoas com quem trabalham, se olham para o futuro com optimismo. São sentimentos que não nascem de geração espontânea - exigem um trabalho fino, meticuloso e que nunca acaba. E como o diabo se esconde nos detalhes, exigem um permanente estado de alerta para poder intervir a tempo, corrigir rotas e ter as nossas pessoas de volta, no dia seguinte, com os tais bons sentimentos que fazem a diferença.&lt;br /&gt;O que parece simples e quase trivial é, na realidade, uma tarefa bem difícil que exige o alto patrocínio de quem lidera uma epresa ou um projecto. Na parte operacional, exige equipas competentes, com aquele tipo de competências que não decorre do CV. Têm genuinamente de ser pessoas que ... gostam de pessoas, que acreditam na possibilidade de realização e que estão dispostas a trabalhar todos os dias para criar e difundir essa forma de olhar o mundo. Claro que cada empresa tem a sua cultura, os seus valores, os seus objectivos. Umas vão ser mais formais outras propositadamente descontraídas, umas vão ter mais níveis hierárquicos outras menos, Mas isso é o que chamamos, na nossa vida pessoal, a personalidade, o "feitio", de cada um e as compatibilidades que gera ou não. Tudo o resto é passível de ser mudado, melhorado, inventado.&lt;br /&gt;A comunicação interna é por isso uma das áreas mais fascinantes de trabalho para quem gosta de pessoas. Não é cosmética, nem canal oficial de chefes para índios. Na essência devia ser uma das áreas de trabalho no coração de qualquer projecto. E os resultados, quando assim acontece, falam por si.&lt;br /&gt;O vídeo produzido pela Coca-Cola, um dos maiores advertisers mundiais, é um bom testemunho da seriedade e empenho com que se pode e deve encarar esta possibilidade de vivermos e trabalharmos melhor. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3370649873527466567?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3370649873527466567/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3370649873527466567' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3370649873527466567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3370649873527466567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/s-passamos-23-da-nossa-vida-trabalhar.html' title='Só passamos 2/3 da nossa vida a trabalhar ... será mesmo tão importante ter empresas onde gostamos de trabalhar?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3415706482656251936</id><published>2008-12-17T08:19:00.003Z</published><updated>2008-12-17T08:26:47.451Z</updated><title type='text'>A livraria da imaginação - O Pai Natal existe</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/GQDQ9rUx-6g" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/GQDQ9rUx-6g"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para muitos de nós, Natal é também sinónimo de livros.&lt;br /&gt;Comprar livros, oferecer livros é uma das rotinas que mais prazer dá, seja qual for a época. No Natal, permite-nos lembrar e traduzir em palavras, ideias, imagens, que o que importa é o que sentimos, o que pensamos e o que fazemos com essa matéria-prima.&lt;br /&gt;Oferecer um livro estabelece um triângulo virtuoso entre quem dá, a ideia que a obra comunica e quem recebe. Os livros não mudam a vida, como dizia uma editora, mas mudam as pessoas e as pessoas mudam, quantas vezes, a vida por causa do que leram, do que aprenderam, do que sonharam.&lt;br /&gt;É por isso que o projecto que Jay Walker levou ao TED nos faz acreditar no Pai Natal. Para quem gosta de livros, a livraria desenhada por este bibliófilo e coleccionador de livros está ao mesmo nível de levar uma criança de 8 anos à Disneylândia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://http://www.wired.com/techbiz/people/magazine/16-10/ff_walker?currentPage=all"&gt;"Walker shuns the sort of bibliomania that covets first editions for their own sake ... What gets him excited are things that changed the way people think."&lt;/a&gt;, escreve a Wired. E nós gostamos de pessoas assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3415706482656251936?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3415706482656251936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3415706482656251936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3415706482656251936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3415706482656251936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/livraria-da-imaginao-o-pai-natal-existe_1106.html' title='A livraria da imaginação - O Pai Natal existe'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-2881284962466195881</id><published>2008-12-15T23:51:00.001Z</published><updated>2008-12-15T23:51:29.389Z</updated><title type='text'>O futuro do mercado por Madoff ou a evidência que o improvável não é sinónimo de impossível</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/Gclja-C2sOU' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/Gclja-C2sOU'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O debate retratado neste vídeo tem pouco mais de 1 ano. Aconteceu a 20 de Outubro de 2007, antes da Lehman falir, antes da AIG ser intervencionada, antes da Merril Lynch ser igualmente salva das garras do mercado. Num tempo em que activos tóxicos eram apenas produtos financeiros estruturados e em que os bancos eram sinónimo de confiança. Parece que foi há muito tempo. Na realidade, a verdade mais crua não tem sequer 6 meses, apesar de desde o início do ano as cartas estarem de forma explícita em cima da mesa. Os especialistas de mercado dizem que o primeiro mês de cada ano é precioso na indicação de como o ano vai correr. Uma espécie de sabedoria da colheira agrícola aplicada ao mais sofisticado dos mercados. E em Janeiro de 2008, o mercado caiu 15%. seria pouco, face ao que vinha pela frente. E o que mais espanta e choca os especialistas é como uma fraude com a dimensão daquela que rodeia Barnard Madoff pode acontecer ... com quem aconteceu.Recapitulando. 1. Madoff não é um jovem turco ansioso por dinheiro rápido; pelo contrário, os cabelos brancos atestam a experiência e a serenidade de um homem que desde os anos 60 trabalha com elevada reputação nos mercados. 2. Madoff esteve à frente do Nasdaq. Sim, uma das principais praças do mundo teve a sua liderança, e isso constituiu mais um seguro e garantia. 3. A gestão do fundo era conservadora e enquadrada num regime de gestão conservador, com o fundo a ser passível de controlo mediante uma manage account que, na prática, permite seguir a pista do dinheiro. Tinha rentabilidades regulares, sem ser esfusiantes e, como se veio a perceber, totalmente manipuladas.&lt;br /&gt;Hoje um dos especialistas portugueses em gestão de activos confessava-me que os danos de mais uma fraude já eram negativos, mas que este tipo de fraude, protagonizada por alguém que estava à margem do perfil dos "suspeitos do costume", tornava tudo ainda pior. particularmente para os hedge funds, mas para o mercado como um todo.&lt;br /&gt;Há um ano Madoff falava sobre o futuro, esse tempo improvável mas garantidamente não impossível em que voltaremos a ter confiança uns nos outros.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-2881284962466195881?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/2881284962466195881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=2881284962466195881' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2881284962466195881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2881284962466195881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/o-futuro-do-mercado-por-madoff-ou.html' title='O futuro do mercado por Madoff ou a evidência que o improvável não é sinónimo de impossível'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-3284720293095312042</id><published>2008-12-12T09:50:00.005Z</published><updated>2008-12-12T10:15:52.369Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Stanford'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='América'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Berkeley'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Steve Chu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Energia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nobel'/><title type='text'>Steve Chu, um Nobel na Casa Branca - luz ao fundo do túnel?</title><content type='html'>&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="400" height="264"&gt;&lt;param name="flashvars" value="webhost=fora.tv&amp;amp;clipid=2080&amp;amp;cliptype=clip"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="movie" value="http://fora.tv/embedded_player"&gt;&lt;embed flashvars="webhost=fora.tv&amp;amp;clipid=2080&amp;amp;cliptype=clip" src="http://fora.tv/embedded_player" width="400" height="264" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barack Obama anunciou ontem a sua escolha para uma das pastas mais sensíveis. Steve Chu, cientista laureado com o Nobel da Física, director do Lawerence Berkeley National Laboratory, professor de Física Molecular e Biologia Celular na Univsreidade da California, é o escolhido.Chu tem um vasto curriculo académico, esteve em Stanford antes de Berkeley, e é uma das vozes respeitadas e ouvidas em matéria de energias renováveis.&lt;br /&gt;O modelo energético, a  dependência do petróleo e as alterações climáticas entraram de forma incontornável na agenda de todos e a América de Obama será forçosamente diferente da América de Bush também nestas matérias. Não apenas porque os presidentes são diferentes, mas porque o mundo está diferente. O problema é, todavia, bem mais complexo do que no tempo em que os Estados Unidos eram inequivocamente o eixo da economia mundial. Hoje, na Índia e na China, existem mais de 2 mil milhões de consumidores cujo padrão de vida é alimentado por um elevado consumo energético. No caso da China, mais em particular, o recurso a fontes poluentes, mesmo aquelas que o Ocidente já deixou para trás ou que usa de forma controlada, como o carvão é uma realidade. E é uma realidade entendida por muitos como natural. Parte do progresso, defendem. Outros vão mais longe e falam mesmo do "direito" da China a poluir, o "direito" de também errar. Afinal, durante décadas a fio, a China rural também respirou no mesmo mundo que o Ocidente poluia como parte do seu "direito" ao desenvolvimento. Argumentos, no mínimo, estranhos atendendo a que ignorância não pode ser confundida com inocência. E, nos dias de hoje, já só é ignorante sobre as consequências das opções poluentes quem quiser. Nunca tantos cientistas, investigadores, técnicos se focaram, como actualmente, na procura e no estudo de melhores energias. E nunca foi tão necessário tomar opções nesta matéria. Na conferência do World Affairs Council of Northern California, em 2007, que este vídeo retrata, Chu apresentava, entre outros, um número que dá que pensar: em pleno século XXI, ainda existem 1,6 a 1,7 mil milhões de pessoas que vivem sem electricidade. Com as óbvias consequências de (não) desenvolvimento. Mas também colocando outras questões: o que fazer para e o que fazer depois de mais 1,6 a 1,7 mil milhões de pessoas estarem no padrão de consumo energético ocidental?&lt;br /&gt;Por todas estas razões, Steve Chu é uma esperança para muitos ao ser nomeado para a condução da política energética da ainda maior potência mundial. O desempenho das mentes brilhantes - cientistas, investigadores, professores - na política é matéria para outra análise. Tem sido difícil, desde o princípio dos tempos, encontrar o ponto certo de intersecção entre a ciência, o saber e a política.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-3284720293095312042?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/3284720293095312042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=3284720293095312042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3284720293095312042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/3284720293095312042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/steve-chu-um-nobel-na-casa-branca-luz.html' title='Steve Chu, um Nobel na Casa Branca - luz ao fundo do túnel?'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-2738184960757142162</id><published>2008-12-10T11:55:00.006Z</published><updated>2008-12-10T16:43:14.472Z</updated><title type='text'>A universidade dos pés descalços</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/8oS2iUFvdTE" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/8oS2iUFvdTE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É apenas um homem de média estatura em palco, sem grandes recursos audiovisuais nem cenários de suporte, à nossa frente no auditório da AESE, em Lisboa. Traz uma estória para contar. Como todas, começa … era uma vez.&lt;br /&gt;Era uma vez um jovem de boas famílias que, na Índia dos anos 60, tinha frequentado as escolas mais conceituadas. “As melhores, mais caras e mais elitistas”. As mesmas por onde passaram ministros, primeiros-ministros (Indira Ghandi) e outros altos responsáveis indianos. Tudo concorria para que fosse, ele próprio, este homem que nos traz uma estória para contar, mais um desses altos responsáveis politicos ou económicos.&lt;br /&gt;Corria o ano de 1965 e visitou pela primeira vez uma aldeia, na Índia rural. E, conforme relata, viu, pela primeira vez, fome, exploração humana, discriminação, miséria. Uma realidade que não se aprende em nenhum livro, menos ainda a solução para a mesma. No regresso ao conforto da casa de família informou a mãe que queria viver e trabalhar numa aldeia como a que conhecera. A mãe estremeceu e a família logo a tranquilizou: “deixa-o ir, são coisas de jovens, depois volta”.&lt;br /&gt;A mãe esperou, esperou e o filho não voltou.&lt;br /&gt;Quase 40 anos depois, Sanjit Bunker Roy, galardoado com o Tyler Prize (2004, EUA), ALCAN Award for Sustainability (2006 e considerado pelo jornal britânico “The Guardian” como um dos 50 ambientalistas capazes de salvar o planeta, tem não uma, mas muitas estórias para contar. Na aldeia para onde foi viver teve a ideia de criar “uma escola de pobres, para pobres e geridade pelos pobres”. Uma escola que privilegia os profisssionais entendidos como pessoas que têm “competências, confiança e convicção” e que são “aceites e respeitados pela comunidade”. Nasce assim o Barefoot College – à letra a Universidade dos Pés Descalços. Um local onde o grau de mestre ou doutorado não é reconhecido, nem vale de nada – “o que queremos é a pessoa, a humanidade, a compaixão”.&lt;br /&gt;Sedeado na aldeia de Tilonia, no estado do Rajasthan – a Índia mais profunda e rural – o Barefoot College é hoje mais do que uma escola, uma abordagem global aos problemas do desenvolvimento. Tendo como premissa a preservação da sabedoria ancestral e a valorização do trabalho de cada membro da comunidade, o Barefoot desenvolveu iniciativas tão diversas quanto a recuperação de técnicas de  captura e conservação da água das chuvas utilizando construções desenvolvidas pelos “arquitectos pés descalços” ou a abertura de uma escola nocturna onde as crianças, que durante o dia estão ocupadas a ajudar a família, pudessem aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;A luz da Índia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A formação de engenheiros solares e, muito em particular, engenheiras solares em comunidades sem recursos de leitura e de escrita é um projecto que já atravessou fronteiras. De Tilonia para 16 estados indianos e 9 países pobres – Afeganistão, Butão, Gâmbia, Serra Leoa, Mali, Mauritânia, Etiópia, Camarões e Bolívia. No total, mais 340 homens e mulheres receberam formação sobre como montar painéis solares para, com esse conhecimento,  poderem electrificar as suas aldeias. Actualmente estão instalados cerca de 11 mil painéis solares e mais de 5 mil lanternas movidas a energia solar fazem chegar a electricidade a 125 mil pessoas em 3 continentes.&lt;br /&gt;Bunker Roy considera este um projecto exemplar do ponto de vista dos Objectivos do Milénio: “cumpre as metas de pelo menos 7 dos 8 objectivos”. Uma das conquistas mais extraordinárias passa pelo envolvimento das mulheres nesta escola de engenheiros. Avós, mães e filhas saem das suas aldeias e vão durante 6 meses até Tilonia aprender a ser engenheiras. Há maridos que protestam, olhares desconfiados, insegurança das próprias. Mas quando voltam … “são tigres!”, exclama, sorrindo, o mentor do Barefoot College. No Afeganistão, país de tradições sociais e religiosas de grande rigidez, foram electrificadas 21 aldeias, num total de 900 casas. Dos 27 engenheiros solares, 7 são mulheres. Mulheres que hoje, rompendo com as barreiras convencionais, se sentam para discutir lado a lado com os homens e que respondem: “não estou aqui por ser mulher, estou aqui porque sou engenheira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem queira passar por Tilonia, Bunker Roy deixa uma advertência: tem de ser capaz de estar 6 meses sem fazer absolutamente nada. Só ouvir, observar as pessoas, aprender com elas. E deixar para trás os três pilares da nossa vida moderna: ganhar dinheiro, ser bem sucedido e ser o primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“First they laugh at you, then they fight you, then you win”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://http://www.barefootcollege.org"&gt;Barefoot College&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://http://www.youtube.com/watch?v=qLVSl6L27BQ"&gt;Bunker Roy&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-2738184960757142162?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/2738184960757142162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=2738184960757142162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2738184960757142162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/2738184960757142162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/universidade-dos-ps-descalos.html' title='A universidade dos pés descalços'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-4792056963739457297</id><published>2008-12-04T22:23:00.007Z</published><updated>2008-12-04T23:21:13.671Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='criatividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='campanhas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BMW'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Richard Florida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='classe'/><title type='text'>BMW e o poder da classe criativa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/SThkwgOSK_I/AAAAAAAAAFM/_jaEo_YjfJU/s1600-h/imagem+bmw.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 252px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/SThkwgOSK_I/AAAAAAAAAFM/_jaEo_YjfJU/s320/imagem+bmw.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5276077747910880242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://creativeclass.com/richard_florida/video/index.php?video=BMW_ad_campaign_and_creative_class"&gt;Campanha BMW&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criatividade. Foi durante largos anos uma palavra associada, de forma quase possessiva, ao universo das artes e da cultura. Confundia-se com excentricidade e era olhada com alguma benevolência pelas “pessoas sérias” como atributo de um determinado grupo num determinado contexto. Os tempos mudaram e criatividade é hoje um bem essencial a qualquer organização. A classe criativa viu as suas fronteiras expandirem-se. Aos artistas, escritores e músicos, juntaram-se pessoas da áreas tão distintas quanto a ciência, a tecnologia, a engenharia, a investigação e a gestão, unidas por traços comuns de consumo e de padrão de vida. São hoje um grupo estudado pelo seu contributo decisivo na “sociedade da criatividade”, mas também por razões bem mais prosaicas. É que a sua tradução nos balanços das empresas é bastante expressivo: nos Estados Unidos estão identificados como sendo uma população de 40 milhões de pessoas, que representa 30% da força laboral, 50% dos salários e 70% do consumo. Ou seja, um mercado fundamental para produtos e serviços com um poder de compra anual de 500 mil milhões de euros.&lt;br /&gt;A classe criativa tem merecido a especial atenção de Richard Florida, autor do best-seller &lt;a href="http://creativeclass.com/"&gt;The Rise of the Creative Class&lt;/a&gt;, e que tem produzido algumas das mais interessantes abordagens sobre a forma como a criatividade está a revolucionar a economia. A cultura de gestão entendida como uma integração de temas económicos, tecnológicos, demográficos e comportamentais é o palco privilegiado do trabalho de Florida.&lt;br /&gt;O seu trabalho é levado muito a sério por marcas que prestam especial atenção a esta classe criativa onde identificam os consumidores e, mais do que isso, seguidores. A informação de pesquisa sobre como vivem, trabalham e se divertem os criativos do século XXI foi utilizada pela BMW para conceber uma das mais inteligentes campanhas que hoje mostramos no &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;V&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;ideonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;P.S. – Foi hoje apresentado, em Lisboa, o World Bank of Creativity, um projecto da iVity. À hora que escrevo, o evento de lançamento, em que com pena não pude estar presente, ainda decorre. Brevemente teremos decerto oportunidade de voltar a este tema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-4792056963739457297?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/4792056963739457297/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=4792056963739457297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4792056963739457297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/4792056963739457297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/bmw.html' title='BMW e o poder da classe criativa'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/SThkwgOSK_I/AAAAAAAAAFM/_jaEo_YjfJU/s72-c/imagem+bmw.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-544972839281379512</id><published>2008-12-03T23:05:00.001Z</published><updated>2008-12-03T23:05:04.598Z</updated><title type='text'>Ubuntu - ou lições de sabedoria</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/3BB41MLgoWk' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/3BB41MLgoWk'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda tenha dúvida sobre as possibilidades criativas, artísticas e até filosóficas do vídeo online - para além de todas as suas aplicações práticas - O Projecto da Sabedoria de Andrew Zuckerman é um excelente tira-dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizador e fotógrafo, Zuckerman concebeu um projecto profundamente simples e intimista. O cenário, simplesmente branco, é mais forte que qualquer adereço. Evidencia personalidades tão fortes quanto Clint Eastwood, Robert Redford,  Nelson Mandela, entre tantos outros cidadaõs do mundo com mais de 65 anos que partilham a sua visão de sabedoria. O documentário tem duração de 1 hora, é acompanhado de um livro  Zuckerman inspirou-se numa ideia africana antiga, o ubuntu, que se poderia traduzir na bem portuguesa frase "está tudo ligado ou estamos todos ligados". O ser humano unido pelo que é comum, seja o amor, o trabalho, o conflito ou a solução. "Vivemos num mundo confuso e em permanente mudança e esta é uma excelente altura para ouvirmos o que as pessoas mais velhos podem dizer para nos ajudar", afirma o realizador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O projecto nasceu de conversas entre o realizador e o seu editor cujas boas relações com o arcebispo Desmond Tutu contribuiram para persuadir os primeiros entrevistados a aderirem ao projecto. Aos restantes foram enviadas cartas de apresentação do projecto e, a persuasão final, foi conseguida com o envio de link para um website privado onde estavam disponíveis os primeiros clips gravados. O resultado final é um momento de reflexão e aprendizagem que vale a pena ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-544972839281379512?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/544972839281379512/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=544972839281379512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/544972839281379512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/544972839281379512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/12/ubuntu-ou-lies-de-sabedoria.html' title='Ubuntu - ou lições de sabedoria'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-448904308336221089</id><published>2008-11-28T17:00:00.003Z</published><updated>2008-11-28T17:07:36.151Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liderança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Equipa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comunicação'/><title type='text'>Despair.com - O humor que salva do desespero</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/4TiryN8Lz10" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/4TiryN8Lz10"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lucy Kellaway é colunista do Financial Times e escreve sobre temas que dizem respeito à vida de todos. A universalidade da gestão, uma das premissas que privilegiamos na abordagem do &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, é trocada por miúdos nas suas crónicas e no seu blog. Lucy recebe estórias da vida de  gestores, chefes de projecto, jovens estagiários, secretárias e pessoas de todo o tipo de organizações e sectores. As questões são de uma diversidade ilustrativa. Há quem se queixe do chefe, há quem se queixe da equipa, há quem lamente decisões dos accionistas, há dúvidas sobre protocolo de negócios, há indecisões sobre matéria de ética. E há quem escreva sobre chá e bolinhos. No mais recente post colocado no seu blog, Lucy Kellaway é confrontada com o desânimo de um gestor de 42 anos que, compelido a reduzir custos, decidiu cortar nos lanches gratuitos nas reuniões semanais. Como se diria em Portugal, caiu o Carmo e a Trindade. A equipa queixa-se que "assim não há moral" e a maioria dos leitores do blog não poupa a decisão do gestor. Não se trata da defesa incondicional do direito britânico ao chá com bolinhos. Nada disso. Na maior parte dos casos, é antes um elogio da gestão pragmática: "despeça logo uma das pessoas e fica com orçamento para chás e bolos durante 3 anos", escreve uma das pessoas. Mas também há quem veja do outro lado. "Oh my God. People really are losers. Complaining about the demise of office coffee? Some of us have real problems out here in the urban jungle", escreve um leitor de 39 anos. É banqueiro, o que, nos tempos que correm, ajuda a perceber o tom.&lt;br /&gt;A terapia dos bolinhos, chocolates e rebuçados é largamente reconhecida nas organizações. Não só nas salas de reuniões, mas também no front office, seja o balcão do banco ou seja na caixa da loja quando vamos pagar a conta. É um sinal social, uma predisposição para o conforto ou até um consolo. Mas funciona e daí que a equipa do gestor em apuros fale da quebra na moral. Até que ponto os tempos estranhos que vivemos nos levam a estas fronteiras: cortar no chá de todos ou no emprego de alguns? Ficamos sem saber se essa é a opção, mas a discussão não é menos fértil por causa disso.&lt;br /&gt;Voltaremos a ela, certamente. Para já, ficamos com o vídeo imperdível da Despair.com (cuja estória vale por si mesmo um espaço com destaque no &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Tema? As queixas dos empregados, claro!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-448904308336221089?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/448904308336221089/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=448904308336221089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/448904308336221089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/448904308336221089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/despaircom-o-humor-que-salva-do.html' title='Despair.com - O humor que salva do desespero'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1869617472643990877</id><published>2008-11-26T00:25:00.005Z</published><updated>2008-11-26T13:41:52.223Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='online vídeo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='publicidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='patrocínio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='audiência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><title type='text'>Vídeo online- para onde convergem empresas, audiências e conteúdos</title><content type='html'>&lt;embed src="http://services.brightcove.com/services/viewer/federated_f8/607698505" bgcolor="#FFFFFF" flashvars="videoId=1840656537&amp;amp;playerId=607698505&amp;amp;viewerSecureGatewayURL=https://console.brightcove.com/services/amfgateway&amp;amp;servicesURL=http://services.brightcove.com/services&amp;amp;cdnURL=http://admin.brightcove.com&amp;amp;domain=embed&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="486" height="412" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" swliveconnect="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência The Future of Online Media Distribution, realizada na segunda semana de Novembro, juntou cerca de 400 executivos ansiosos por ouvirem boas notícias. Os oradores não desiludiram, mas deixaram alertas. O keynote speaker, Erik Huggers, director da BBC Future Media &amp;amp; Technology, deu o mote ao anunciar que quase 250 milhões de videos tinham sido vistos  no serviço da estação (iPlayer).  A descrição da audiência não podia ser mais transversal: pessoas de todas as idades que vêem videos a todas as horas do dia. Assinalando que  a audiência do iPlayer é incremental face às visualizações tradicionais, Huggers disse também que a prioridade é colocar o serviço  no maior número possível de plataformas e lançar uma rede social de forma a envolver a audiência de forma mais profunda com a programação.&lt;br /&gt;A popularidade dos videos online é crescente, mas a Europa ainda não apanhou o passo dos EUA. Os produtores de conteúdos americanos mostram-se mais rápidos e versáteis a estabelecer acordos de patrocínio e ligação às IT, enquanto os europeus ainda persistem de forma exagerada em modelos tradicionais de publicidade online. E esta pode muito bem ser a fronteira entre um projecto interessante e de boa saúde financeira e um projecto porventura igualmente interessante mas a lutar para sobreviver, com toda a turbulência associada.&lt;br /&gt;Claro que é um jogo em que o equilíbrio exige uma partilha de entendimento e oportunidades entre produtores de conteúdos e as empresas que actuam no mercado. A razão pela qual as empresas americanas adoptaram, mais cedo, modelos de participação diferenciados nos projectos de vídeo online é a mesma porque já têm estratégias de comunicação digital mais sofisticadas. Projectos como o da Dell - &lt;a href="http://www.dellmeansbusiness.com/"&gt;Dell Means Business&lt;/a&gt; -  ou da Genworth Financial - &lt;a href="http://online.wsj.com/ad/forwardthinking"&gt;Forward Thinking &lt;/a&gt;- em sectores tão distintos quanto a informática e os serviços financeiros são bem o espelho dessa comunhão de interesses entre empresas, audiência e conteúdos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1869617472643990877?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1869617472643990877/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1869617472643990877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1869617472643990877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1869617472643990877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/vdeo-online-para-onde-convergem.html' title='Vídeo online- para onde convergem empresas, audiências e conteúdos'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7413890037523925288</id><published>2008-11-25T15:12:00.005Z</published><updated>2008-11-25T15:50:12.551Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Semco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gary Hamel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SAP'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videonomics'/><title type='text'>Semco - O local de trabalho mais radical do mundo</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://dotsub.com/media/c5946f57-8f5e-4e5b-be2d-b89a14b6d245/e/m" frameborder="0" width="420" height="347"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gary Hamel voltou a Portugal em Outubro como orador convidado do SAP Business Forum, que teve lugar no Estoril, a 29 de Outubro. O &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; esteve lá e ouviu o guru da inovação em mais uma das suas enérgicas e energéticas profissões de fé. Hamel é um true believer, à parte de ser um reputado especialista em matéria de inovação e criatividade. E a convicção que tem nos temas que apresenta sente-se na sala, nos seus movimentos contínuos e numa espécie de entusiasmo transbordante que domina toda a intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos de inovação que trouxe a Lisboa foi o da Semco, empresa brasileira de equipamentos industriais e soluções para gestão postal e de documentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor que reproduzir, é ler Hamel na voz directa:&lt;br /&gt;"Deixem-me partilhar um estudo de 80 mil colaboradores em 16 países, não creio que Portugal estivesse incluído, mas a Espanha esteve. 80 mil colaboradores por todo o mundo. Mediu-se quão comprometidos estes colaboradores estavam com o seu trabalho. A pergunta final que faziam era: acha que o seu trabalho faz a diferença? Entende como o trabalho está a suportar a missão da empresa? Recomendaria esta empresa como um local para trabalhar a um colega ou familiar? Eis o que descobriram quando fizeram o estudo. Na maior parte dos países não mais de 20% das pessoas estão comprometidas. Em muitos países, como em Espanha, os que não estão realmente descomprometidos é um número ainda maior do que estavam altamente comprometidos. A maior parte chega, recebe o ordenado no fim do mês e estão simplesmente lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é um gestor, estes dados são escandalosos. Isto é um escândalo! Pensem na quantidade de energia humana que está a ser desperdiçada nas nossas organizações, porque as pessoas estão a receber um retorno muito baixo da sua equidade emocional. Se for médico não pode viver com estes dados. Para um físico, a situação é a mesma. Por cada cinco pessoas que vêm ver-me acabo por matar quatro! Se é um professor, se no fim do ano 80% dos alunos são tão estúpidos como eram no início do ano. Como gestores, olhamos para estes números e dizemos: “Ok, é da forma que é”. Não! Não tem que ser assim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Uma das empresas mais inovadoras que eu conheço é uma empresa brasileira Semco. Alguns de vós devem conhecer a empresa. O CEO, Ricardo Semler, é um gestor de força. Escreveu um livro fantástico chamado “Fim de semana de 7 dias”, que recomendo muito. Tenho a certeza que o encontrarão em Portugal. Na Semco, uma das coisas que fizeram foi retirar todo o controlo nas despesas das viagens em trabalho. Não necessita de ter permissão de ninguém para fazer uma viagem em negócios. Ninguém diz em que hotel devem ficar, em que companhias aéreas voar, em que classe, quanto se pode gastar num jantar. Não há qualquer tipo de política. E quando regressa também não há nenhuma função de auditoria. Pegam em todas as suas despesas, tem que se trazer os recibos para descontos de impostos, juntam-nos, fazem a aritmética e pagam o cheque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de vós devem _ser financeiros. Podem chegar às vossas organizações e dizer ao director financeiro: “O Gary teve esta ideia fantástica, vamos acabar com todas as despesas com viagens”. E tenha o CPR (máquina de ressuscitação cardio-pulmonar) preparada, porque pode ter um ataque cardíaco. Então como é que funciona? É muito simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Semco estão organizados em equipas pequenas. Cada equipa é um centro de lucro. Metade das compensações depende do lucro do centro. E quando regressa da viagem, pegam nas suas despesas e publicam online para que todos os colegas vejam. Quão complicado é? Portanto, se veio embora com uma grande encomenda de 5 milhões e tem uma conta de 100 dólares de champanhe para pagar, os seus colegas vão dizer-lhe: “Porque bebeste do champanhe mais barato? Para a próxima pede Cristal. Bebe alguma coisa boa para variar”. Mas o negócio está complicado, e regressou com uma conta de 20 euros da garrafa de vinho vão dizer-lhe: “Da próxima vez fica-te pela água! Não temos dinheiro para isto!”. Transparência entre os colegas substitui todo o esforço, todos os problemas, todas as horas. Para além disso, esta vai ser a solução a longo prazo para a crise financeira.&lt;br /&gt;Não se pode ter mais centralização e mais controlo com o mundo a mudar como está a mudar. Vocês precisam do controlo, da disciplina, mas como os mudam para a linha da frente? "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gary Hamel respondeu a estas e outras questões e a versão completa da conferência vai estar brevemente disponível no &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Até lá, fica este vídeo sobre a Semco, uma empresa onde os colaboradores escolhem quantas horas querem trabalhar, onde ninguém fica no mesmo lugar mais que 2 dias (para não existir controlo visual de presença) e onde até o mobiliário de cada departamento é escolhido e comprado pela equipa com o orçamento que lhe é atribuído. A ideia é, como diz Hamel, simples: dar poder às pessoas para fazerem o seu caminho, tomarem as suas decisões e serem recompensadas em função do esforço e da paixão que investem. Socializar o capitalismo - O futuro do trabalho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rematando com as palavras de Gary Hamel: O desafio hoje não é como levar as pessoas a servir os objectivos da organização.  O desafio é como construir uma série de aspirações numa organização que premeia estes dons, que premeia os dons de iniciativa e criatividade.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://semco.locaweb.com.br/pt/default.asp"&gt;Vale a pena ver - O sítio da Semco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-7413890037523925288?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/7413890037523925288/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=7413890037523925288' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7413890037523925288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7413890037523925288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/socializar-o-capitalismo-o-futuro-do.html' title='Semco - O local de trabalho mais radical do mundo'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7547994657799258219</id><published>2008-11-24T18:03:00.004Z</published><updated>2008-11-25T15:51:24.740Z</updated><title type='text'>The Verge - "Ajudem-nos a 'vender' Deus"</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/2hzSXglkZAo" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/2hzSXglkZAo"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é fácil &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;supreender&lt;/span&gt; as audiências profissionais de conferências. Depois das 20 primeiras, todas tendem a ser mais iguais do que diferentes e, por isso mesmo, cada vez é mais fundamental o factor surpresa e a aposta em fazer diferente.&lt;br /&gt;A 5 de Junho, a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Ogilvy&lt;/span&gt; em colaboração com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;AESE&lt;/span&gt; trouxe a Portugal o “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;The&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Verge&lt;/span&gt;”, uma iniciativa que a multinacional de comunicação tem em marcha há alguns anos e que visa debater o que de mais entusiasmante se faz na criatividade digital.&lt;br /&gt;A &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Ogilvy&lt;/span&gt; trouxe algumas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;estórias&lt;/span&gt; memoráveis. Como, por exemplo, a da congregação americana que passou à agência um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;briefing&lt;/span&gt; absolutamente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;sui&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;generis&lt;/span&gt;: ajudem-nos a vender Deus. De acordo com o cliente, as estatísticas mostravam que havia mais crentes, mas essa evolução não se traduzia em presenças na igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho realizado é revelador da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;produnda&lt;/span&gt; maleabilidade do meio digital, mas também de uma abertura de espírito notável.&lt;br /&gt;A campanha arrancou a uma sexta-feira com um email: “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Thank&lt;/span&gt; me. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;It&lt;/span&gt;’s &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Friday&lt;/span&gt;”. Assinado: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;God&lt;/span&gt;. No domingo seguinte, era a vez da TV: “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;Even&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;rested&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;on&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;the&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;seventh&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;day&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Enjoy&lt;/span&gt;”. Durante a semana, a campanha chegava às ruas. Nos autocarros, lia-se: “Drive &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;carefully&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;You&lt;/span&gt; are &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;not&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;ready&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;meet&lt;/span&gt; me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;yet&lt;/span&gt;”. Para fechar, com chave de ouro, em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;sms&lt;/span&gt;: “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;When&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;you&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;talk&lt;/span&gt; to me &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;they&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;call&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;it&lt;/span&gt; a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;prayer&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;when&lt;/span&gt; I &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;talk&lt;/span&gt; to &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;you&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;they&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;call&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;it&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;scquizofrenia&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que os resultados, o estímulo da conferência foi servido na forma das possibilidades fantásticas do meio digital.&lt;br /&gt;A IBM trouxe ao mesmo palco um estudo sobre os consumidores de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;internet&lt;/span&gt;, com &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;enfâse&lt;/span&gt; nos “&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;kool&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;kids&lt;/span&gt;”, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;sub&lt;/span&gt;-24, que têm mais tempo que dinheiro. Um  grupo que tem 3 vezes mais possibilidades de estar nas redes sociais, disponível para ver &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;publicidadade&lt;/span&gt; sob certas condições. Que condições? Trocando conteúdos por conteúdos e consumindo publicidade que se mistura naturalmente (atenção não se trata de manipulação ou de publicidade encapotada) com entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aqui a apresentação da &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;Patou&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;Nuytemans&lt;/span&gt;, em Londres, à falta de imagens em Lisboa. Espero que em 2009 a iniciativa se repita e o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; lá estará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todos os que se interessam pelo tema, vejam também:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wFIUSvGZiK4"&gt;The Verge - O que é e o que pretende alcançar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nMpXdAvb0Mw"&gt;US Kids Online&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www-935.ibm.com/services/us/imc/pdf/ge510-6248-end-of-tv-full.pdf"&gt;The end of television as we know it&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-7547994657799258219?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/7547994657799258219/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=7547994657799258219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7547994657799258219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7547994657799258219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/verge-deus.html' title='The Verge - &amp;quot;Ajudem-nos a &amp;#39;vender&amp;#39; Deus&amp;quot;'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1148148626635020083</id><published>2008-11-23T23:57:00.001Z</published><updated>2008-11-23T23:57:59.226Z</updated><title type='text'>Steve Jobs -Paixão pelo que fazemos - parte 2</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/OG502oaFEgc' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/OG502oaFEgc'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1148148626635020083?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1148148626635020083/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1148148626635020083' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1148148626635020083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1148148626635020083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/steve-jobs-paixo-pelo-que-fazemos-parte.html' title='Steve Jobs -Paixão pelo que fazemos - parte 2'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-1210478988875089926</id><published>2008-11-22T20:04:00.002Z</published><updated>2008-11-25T15:52:00.622Z</updated><title type='text'>Steve Jobs em Stanford - Paixão pelo que fazemos</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/C8TERnDJPFk" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/C8TERnDJPFk"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi espantosamente fácil escolher o primeiro vídeo que representa o espírito "&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;". A conversa de Steve Jobs com os finalistas de Stanford dificilmente poderia ser mais inspiradora, tocando todos os temas que realmente interessam.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-1210478988875089926?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/1210478988875089926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=1210478988875089926' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1210478988875089926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/1210478988875089926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/steve-jobs-em-stanford-paixo-pelo-que.html' title='Steve Jobs em Stanford - Paixão pelo que fazemos'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-5149037067994461355</id><published>2008-11-22T18:22:00.006Z</published><updated>2008-11-25T16:09:51.706Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='canal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conteúdos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='projecto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tv'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videonomics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura'/><title type='text'>Videonomics - Cultura de Gestão</title><content type='html'>“A sua caixa atingiu a capacidade maxima, por favor elimine algumas mensagens”. E nós paramos, ouvimos as mensagens que a vida de todos os dias deixou guardadas no gravador, decidimos se é importante manter esse ficheiro ou se podemos apagar até completarmos todo o processo.&lt;br /&gt;Pode ocupar-nos 10 minutos ou meia hora e pode parecer que não faz diferença.&lt;br /&gt;Na realidade, o preço do armazenamento de dados cai 50% a cada 18 meses que passam e o preço do processamento a cada 2 anos. 1 terabyte de storage custa, a preços correntes, 120 dólares e um computador Dell standard tem essa capacidade.&lt;br /&gt;Metade de um terabite corrresponde também à capacidade de storagem instalada em toda a revista Wired, o título-ícone da Economia Digital e cujo editor, Chris Andersen, encontrou nesta estória uma evidência palpável da teoria que apresenta no seu novo livro, “Free”. É que a capacidade de armazenamento é hoje abundante, e por isso barata, mas o tempo das pessoas é cada vez mais escasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projecto &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tem tudo a ver com tempo e com a necessidade de termos acesso às ideias, aos projectos, às pessoas e ao que estão a fazer em tempo útil. Todos os dias são publicados 65 mil novos videos no YouTube. Todos os dias, e são os mesmos dias, são publicados 3 mil novos livros. Uma semana de informação num jornal de referência como o New York Times agrega tantos dados quanto seria possível reunirmos numa vida inteira … no século XVIII!&lt;br /&gt;Estamos viciados em informação e tantas vezes esmagados pela dificuldade de a consumir em tempo útil ou de a consumir sequer. Sabemos que parte de todos os conteúdos que diariamente são produzidos é lixo, mas enfrentamos o clássico dilema do David Olgilvy .. não sabemos qual das partes é lixo ou somos obrigados a gastar o pouco tempo de que dispomos para o descobrir. E tudo isto acontece numa era em que a troca de ideias e de experiências é mais importante do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Videonomics&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; propõe-se ser um facilitador, um descodificador e também um produtor de conteúdos. Um projecto que nos ajude, todos os dias, a encontrar ideias, projectos e pessoas que estão a acrescentar valor à nossa realidade, a abrir caminhos de futuro e a criar novos espaços de felicidade e realização.&lt;br /&gt;É um projecto de gestão, numa visão da disciplina como agregadora de um conjunto de conhecimentos e práticas que nos permitem alcançar melhores resultados e viver melhor. E nesse sentido, gestão é também cultura, iniovação, tecnologia, investigação. psicologia, filosofia, biologia e matemática. Entre outros. Hoje como nunca sentimos, mais do que sabemos, que tudo está inequivocamente ligado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque o espírito é de partilha, este é também um projecto que desde a hora zero vai ser comunicado passo a passo. A vida é uma audaciosa aventura ou nada e colocar  no ar a primeira webTV de Gestão tem, sem dúvida, muito que contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nota aos cépticos e um agradecimento ao professor António Câmara: este blogue foi criado há um mês com os objectivos que estão traçados neste post. Durante um mês, a voz dos cépticos que já ouvi em projectos de terceiros, fez-me hesitar. Portugal é estranhamente um país onde uma enorme generosidade convive lado a lado com o culto do falhanço. Esta semana, tive o privilégio de assistir a uma conferência do professor António Câmara no Instituto Superior de Gestão. Num relato de uma autenticidade comovente e com a simplicidade que só a sabedoria traz, o fundador da Ydreams passou em revista a história do seu projecto, os acidentes de percurso, os erros, as vezes em que as coisas simplesmente não deram certo. E que são absolutamente imprescindíveis para aquilo que nos habitamos a designar por sucesso e que, felizmente, ele também sabe o que é. Só não falha quem não tenta e nesse barco tenho a certeza que não quero estar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-5149037067994461355?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/5149037067994461355/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=5149037067994461355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5149037067994461355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/5149037067994461355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/11/videonomics-o-primeiro-canal-tv-de.html' title='Videonomics - Cultura de Gestão'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1567467830484149770.post-7254146030163323430</id><published>2008-10-20T22:07:00.002+01:00</published><updated>2008-10-21T13:14:43.734+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vertigem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='início'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videonomkcs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='projecto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vertigo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='U2'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='apresentação'/><title type='text'>U2 - Vertigo - Chicago2005</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;object height="350" width="425"&gt;&lt;param value="http://youtube.com/v/a-0y2cS9zOE" name="movie"&gt;&lt;embed height="350" width="425" type="application/x-shockwave-flash" src="http://youtube.com/v/a-0y2cS9zOE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vertigem de tudo o que começa&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1567467830484149770-7254146030163323430?l=videonomics.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://videonomics.blogspot.com/feeds/7254146030163323430/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1567467830484149770&amp;postID=7254146030163323430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7254146030163323430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1567467830484149770/posts/default/7254146030163323430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://videonomics.blogspot.com/2008/10/u2-vertigo-chicago2005.html' title='U2 - Vertigo - Chicago2005'/><author><name>Rute Sousa Vasco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10244539368394044713</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_qyXomFf0Zl4/Sw5xGVN_jYI/AAAAAAAAAMA/lk-4lZnabxo/S220/4G4H1098.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
